Seguidores

domingo, 16 de setembro de 2018

O Segredo do Arco Iris(Projeto: Viajando no Mundo da Imaginação

Era uma vez uma menina chamada  Kika
Num belo dia durante o recreio na escola,
viu um lindo arco-íris no céu e disse: Olha! Um arco-íris!
Seus coleguinhas olharam para o céu e
ficaram admirados com todo aquele colorido.
Maria Clara: Vamos correr para o fim do arco-íris
para pegar um pote de ouro que os duendes
deixaram lá! João Guilherme: Não.... não faça isso! 
Meu pai falou que quem passar por baixo do arco-íris muda de sexo. 
Você pode virar menino para sempre!
José Tenório: Não se preocupe, quem
passar por baixo do arco-íris não muda
de sexo,  sabe por quê?
Nesse momento, todos com muita
curiosidade sentaram no chão do pátio
da escola e responderam em uma só voz:
Não! Não sabemos, por quê?
José Tenório: Um dia minha mãe me contou uma estória.
 Foi assim: um duende falou para um menino chamado Pedro que se ele conseguisse atravessar o arco-íris ele encontraria um pote de ouro.
Na estória o menino Pedro andou muito até chegar a uma colina para conseguir atravessar o arco-íris.
Todos surpresos disseram: Ele virou menina?
João Guilherme: Não, ele não virou menina e ainda ficou rico!
Todos novamente voltaram a dizer: Vamos nos apressar! 
Temos que atravessar o arco-íris antes que ele suma!
Kika: Meninos, não sejam tolos, essa estória é muito bonita, mas não existe!
Todos olharam para Kika e perguntaram: Como assim não existe?
Kika: Por um acaso vocês sabem de onde vem o arco- íris?
Davi: Sei Kika, eu sei de onde vem o arco-íris. O arco-íris é uma abertura no céu feita por uma mulher chamada Nuwa. Ela faz essa abertura com pedras de sete cores.
Vitória: Não é nada disso! O arco-íris é um caminho feito por uma deusa o nome dela é íris.
 Ela é uma mensageira entre a Terra e o céu.
Kika: Não é nada disso!
Gabriel: Então de onde vem o arco-íris?
Kika com bastante entusiasmo respondeu: Vou explicar para vocês de onde vem o arco-íris.
Kika: A Ciência explica que o arco-íris se forma quando as gotinhas de água que ficam suspensas no ar depois de uma chuva encontram a luz branca do sol. Com esse encontro acontece a refração.
João com um olhar espantado perguntou: Refração? Mas o que é refração?
Kika continuou: Muito simples João. Quando a luz branca do sol penetra nas gotinhas de água a luz muda de direção, então surgem as sete cores do arco íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, turquesa e o violeta. Isso é refração!
João muito atento retrucou: Mas a luz do sol que penetra nas gotinhas de água não é
branca, como depois da refração passa a ter sete cores?
Kika: Essa pergunta é muito interessante.
Na verdade a luz branca do sol é uma mistura de um montão de cores.
Nesse momento todos falaram: De um montão de cores! Como assim?
Kika: Exatamente, em 1665 um homem muito curioso chamado Isaac Newton pegou um prisma, que é um objeto transparente com muitos lados, e colocou em frente a uma abertura que ele mesmo fez na janela do seu quarto. Ele percebeu que a luz branca do Sol quando penetrava no prisma se dividia em um conjunto de cores.
Maria Clara: As cores do arco-íris?
Kika: Isso mesmo, as cores do arco-íris.
Gabriel: Agora entendi! Com essa atividade feita por Newton em seu quarto podemos verificar e compreender como se forma arco-íris. Que legal!
Maria Clara: Mas se a luz branca é na verdade uma mistura de um montão de cores podemos dizer o contrário?
Gabriel: Como assim?
Maria Clara: Podemos dizer que as cores do arco-íris formam a luz branca?
Kika como sempre muito
sabida falou: Tive uma ideia!
Vamos fazer um experimento realizado por Newton?
Nesse momento todos responderam em uma só voz: Eba! Vamos sim!
Kika: Para isso vamos precisar de um disco de Newton.
Kika indo em direção ao laboratório de Ciências falou: Vamos ao laboratório de Ciências da escola, lá tem um.
Todos com muita alegria saíram em direção ao laboratório de Ciências da escola. Ao chegar Kika encontrou Amadeu, que é o técnico do laboratório e perguntou: Seu Amadeu queremos fazer a experiência
do disco de Newton. Você poderia emprestar esse que está em cima
do armário?
Seu Amadeu muito satisfeito respondeu: Kika acho muito legal
essa sua vontade, mas mexer em alguns materiais pode ser
perigoso. Venha e traga seus coleguinhas que irei fazer
com vocês essa experiência.
Com todas as crianças no laboratório, seu Amadeu perguntou: Crianças vocês sabem que objeto é esse?
As crianças em um só coro responderam: É um disco
colorido!
Seu Amadeu continuou: É verdade! È um disco colorido. Ele é
conhecido como disco de Newton.
Maria Clara: Gente, Newton é aquele homem curioso que descobriu que a luz branca é formada por um montão de cores!
Seu Amadeu impressionado com a ideia de Maria Clara disse: Que legal! Vocês já conhecem a refração?
Todos responderam: Sim, conhecemos!
Amadeu continuou: Tá bom! Vou fazer o seguinte: Vou colocar o disco de Newton na hélice desse ventilador.... Não façam isso sozinhos em casa. Pode ser perigoso!
Nesse momento Amadeu perguntou:
Crianças, se eu ligar o ventilador, que cor
vocês acham que ficará o disco de Newton?
Gabriel:Vermelho, porque a cor vermelha é mais forte que as outras!
Pedro: Que nada! Vai aparecer o arco íris, porque o disco é pintado com as cores do arco-íris!
Amadeu continuou: Vou ligar o ventilador, vamos ver que cor ficará o disco de Newton.
Maravilhadas as crianças falaram: Nossa! Aquele montão de cores ficou branco!
Continuando as crianças concluíram: Já sei! Newton com essa experiência quis provar o
contrário. É fácil de entender, se a luz branca é a mistura das cores que compõem o arco-íris, as cores do arco íris também formam a luz branca.
Seu Amadeu escutando as conversas das crianças, falou: Exatamente isso criançada. 
Newton não se contentou com a experiência do prisma, onde mostrou a divisão das cores da luz branca. Ele utilizou esse disco para mostrar o contrário: que as cores vermelha, laranja, amarela, azul, turquesa e violeta juntas formam a cor branca.
Nesse momento a professora entrou no laboratório de Ciências e falou: Meninos, vamos já para sala, o recreio acabou! O que vocês estão fazendo aqui?
Kika olhou para a professora e disse:
Estamos aqui aprendendo um montão de
coisas sobre o arco-íris.
A professora olhando para kika perguntou:
Sei... O que vocês aprenderam sobre esse
fenômeno natural?
Kika respondeu rapidamente: Aprendemos que o arco-íris se forma quando a luz branca do sol atravessa as gotinhas de água suspensas no ar e depois desvia de direção em uma incrível refração!
Dando continuidade, os coleguinhas de Kika completaram: E as sete cores básicas surgem formando um lindo arco-íris!
A professora admirada perguntou: Criançada de onde vem tanta sabedoria?
Todos em uma só voz responderam: Se a gente contar, a senhora não vai acreditar!







quinta-feira, 13 de setembro de 2018

PROJETO: QUAL ARTE SEU FILHO FAZ NA ESCOLA?

Iniciamos o terceiro trimestre, com os alunos do jardim II, matutino reiniciando suas atividades a partir das formas geométricas e, para enriquecer as atividades e levar novos conhecimentos, as aulas de artes voltaram-se para a releitura de algumas obras. Após estudos, visando um melhor aproveitamento e adequação ao nível dos alunos. 









quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Cachos Dourados e os três Ursinhos- (Projeto:Viajando no Mundo da Imaginação



ERA UMA VEZ uma família de ursos que vivia na floresta. Todos os domingos, o papá Urso, a mamã Ursa e o filho Ursinho, vestidos com as suas roupas mais bonitas, costumavam dar um passeio pelo bosque, antes da hora de almoço. A mamã Ursa, antes de sair, deixava já na mesa três taças de leite, para que assim que chegassem, pudessem logo sentar-se à mesa e comer. Passado pouco tempo da família de Ursos ter saído de casa, uma menina loira, chamada Cachos Dourados, perdeu-se na floresta, e foi ter perto da casa dos três ursos. Como era muito curiosa e tinha fome, entrou na casa sem bater à porta. Lá dentro, não viu ninguém e, ao aproximar-se da mesa, viu as três taças de leite, que provou. Na taça grande, o leite estava muito quente, na média estava muito frio e na taça pequena, como o leite estava morno, ela bebeu-o. Depois, viu três cadeiras e, como estava cansada, experimentou-as. A primeira cadeira era muito grande e ela não se conseguia sentar; a segunda cadeira era muito larga e ela escorregava; a terceira era tão pequenina e frágil que, quando ela se sentou partiu-se!
Mesmo assim, Cachos Dourados não se incomodou, e subiu as escadas, encontrando dois lindos quartos. No primeiro, que era rosa, tinha duas camas, uma grande e uma média. No segundo, que era azul, tinha uma cama pequena. Experimentou a cama grande mas era muito dura. A seguir, experimentou a média mas achou-a muito mole. No quarto azul, deitou-se na cama pequena e achou-a tão confortável que adormeceu.
Entretanto, os três Ursos chegavam a casa do seu passeio. Ao aproximarem-se da porta, ficaram surpreendidos, pois esta se encontrava aberta. Quando entraram, viram a sala toda desarrumada, e o Ursinho gritou: “Alguém bebeu do meu leite e partiu a minha cadeira!”. E o papá perguntou: “Quem armou esta confusão?”. Então, os três ursos subiram as escadas, e entraram no primeiro quarto. A mamã Ursa exclamou: “Alguém esteve deitado nas nossas camas!”. E logo a mamã e o papá Urso ouviram o Ursinho gritar, do outro quarto: “Papá, Mamã, venham rápido, pois está uma menina a dormir na minha cama!”.
Assim que o papá Urso e a mamã Ursa entraram no quarto, e com toda a confusão que se estava a passar, Cachos Dourados acordou, sobressaltada e, ao ver os três ursos, correu em direção à janela. O Papá Urso, para evitar que Cachos Dourados caísse, correu atrás dela e conseguiu segurá-la pelo vestido. Depois de conseguirem acalmar Cachos Dourados e explicar-lhe que aquela era a casa dos Ursos, ela e o Ursinho ficaram amigos e, Cachos Dourados prometeu nunca mais mexer nas coisas das outras pessoas sem autorização, nem voltar a afastar-se dos seus pais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

A festa no céu (Projeto:Viajando no Mundo da Imaginação)


Era uma vez uma linda festa no Céu... Entre todas as aves, espalhou-se a notícia de que todas as aves compareceriam e começaram a fazer inveja aos animais e outros bichos da terra incapazes de voo.
Imaginem quem foi dizer que ia também à festa... O Sapo! Logo ele, pesadão e nem sabendo dar uma carreira, seria capaz de aparecer naquelas alturas. Pois o Sapo disse que tinha sido convidado e que ia sem dúvida nenhuma. Os bichos só faltaram morrer de rir. Os pássaros, então, nem se fala!
O Sapo tinha seu plano. Na véspera, procurou o Urubu e deu uma prosa boa, divertindo muito o dono da casa. Depois disse:
- Bem, camarada Urubu, quem é coxo parte cedo e eu vou indo, porque o caminho é comprido.
O Urubu respondeu:
- Você vai mesmo?
- Se vou? Até lá, sem falta!
Em vez de sair, o Sapo deu uma volta, entrou na camarinha do Urubu e, vendo a viola em cima da cama, meteu-se dentro, encolhendo-se todo.
O Urubu, mais tarde, pegou na viola, amarrou-a a tiracolo e bateu asas para o céu, rru-rru-rru...
Chegando ao céu, o Urubu arriou a viola num canto e foi procurar as outras aves. O Sapo botou um olho de fora e, vendo que estava sozinho, deu um pulo e ganhou a rua, todo satisfeito.
Nem queiram saber o espanto que as aves tiveram, vendo o Sapo pulando no céu! Perguntaram, perguntaram, mas o Sapo só fazia conversa mole. A festa começou e o Sapo tomou parte de grande. Pela madrugada, sabendo que só podia voltar do mesmo jeito da vinda, mestre Sapo foi-se esgueirando e correu para onde o Urubu se havia hospedado. Procurou a viola e acomodou-se, como da outra feita.
O sol saindo, acabou-se a festa e os CONVIDADOS foram voando, cada um no seu destino. O Urubu agarrou a viola e tocou-se para a Terra, rru-rru-rru...
Ia pelo meio do caminho, quando, numa curva, o Sapo mexeu-se e o Urubu, espiando para dentro do instrumento, viu o bicho lá no escuro, todo curvado, feito uma bola.
- Ah! camarada Sapo! É assim que você vai à festa no Céu? Deixe de ser confiado...!
E, naquelas lonjuras, emborcou a viola. O Sapo despencou-se para baixo que vinha zunindo. E dizia, na queda:
- Béu-Béu!
Se desta eu escapar,
Nunca mais bodas no céu!...
E vendo as serras lá em baixo:
- Arreda pedra, se não eu te rebento!
Bateu em cima das pedras como um genipapo, espaçando-se todo. Ficou em pedaços. Nossa Senhora, com pena do Sapo, juntou todos os pedaços e o Sapo voltou à vida de novo.
Por isso o Sapo tem o couro todo cheio de remendos.

(Conto tradicional do Brasil)
Luís Câmara Cascudo
Fonte de pesquisa: http://virtudesaqui.blogspot.com

Alvoroço de festa no céu. (Projeto:Viajando no Mundo da Imaginação)


Não é que na véspera do Carnaval houve no céu uma festa para os bichos da selva?
 Os convites foram entregues por um beija-flor que delicadamente os deixava em cima de corolas de vitorias-regias. O bicho que ia passando via o seu nome no envelope e pulava de alegria: tinha sido contemplado com um programa para o fim de semana!
 Mas notaram todos que só recebiam convites os bichos de asa. O que era uma injustiça. Pelo menos foi o que o sapo gordo pensou. Os animais de terra estavam conformados, esperando o dia em que houvesse a festa la na selva mesmo. Mas, como eu disse, o sapo verde não. Todos riam dele e de suas reclamações coaxadas e inúteis.
Ele aproveitou o fim manso de tarde para gritar bem alto e ser bem ouvido:
— Eu também vou!
 Os pássaros caçoaram e perguntaram:
 Cadê tuas asas, bicho feio?
 Foi então que pensou: devo consultar quem é igual a mim, porém mais velho. E realmente, no brejo que ficava entre samambaias e avencas, encontrou um sapo velho e cheio de sabedoria chamado Quá-quá- qua, Este se amedrontou com as intenções do sapo jovem:
 — Olhe, é melhor para a sua saúde não sair do chão e ter água por perto.
 Então o sapo jovem disse-lhe:
— O senhor é capaz de guardar um segredo? Pois bem, eu vou dançar lá em cima. Basta-me que o urubu feio leve o seu violão
Qua-qua-qua disse-lhe que não o entendia.
 O sapo foi falar com o urubu:
 — Você vai levar seu violão, urubu?
O urubu, de violão debaixo da asa, nem se dignou a responder.
 — Senhor urubu, quer me fazer um único favor? O de ver se estou naquela esquina?
 O urubu, meio burro, replicou que, já que era um só favor, ele iria. E não carregou o violão. O sapo mais que depressa entrou no violão e ficou lá bem quieto,  embora tivesse uma vontade louca de fumar. O urubu voltou para lhe dizer que não o havia encontrado na esquina — mas cadê o sapo? Sumira, pensou. E pensou: agora vou para o céu.
 Para encurtar a história, o sapo, dentro do violão, chegou ao céu e mais do que depressa pulou para fora e começou a dançar todo feliz. Os pássaros se
espantaram, perguntaram ao senhor sapo como havia chegado. Mas a alma do negócio é o segredo e o sapo só respondeu malcriado:
 — É que eu me arranjo sempre!
E entrou de novo sorrateiro no violão para ir embora. Mas o urubu percebeu a coisa e ficou raivoso:
Espertinho, não é? Pois agora mesmo é que você vai voar, vou te soltar no ar. Então o sapo pediu todo manhoso:
 — Está vendo aquela pedra e aquele lago? Pelo amor de Deus, deixe eu cair na pedra porque se eu cair no lago eu me afogo!
 — Pois é no lago que eu vou te largar, para você morrer!
 O sapo, bem feliz, caiu no lago, e salvou-se.
 Moral da festa? Bem, não houve.

Autora: Clarice Lispector
Fonte de pesquisa: http://virtudesaqui.blogspot.com

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

7 de setembro- Dia da Pátria/ Independência do Brasil l/Atividades


Foi no dia sete de setembro de 1822, às margens do Riacho do Ipiranga, que o Imperador Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil formalizando a separação com Portugal.

Depois de muitos conflitos, e passados mais de dois anos, Portugal finalmente reconheceu a independência brasileira, com o Tratado de Paz e Aliança assinado entre os dois países.
O Hino da Independência foi escrito por Evaristo Ferreira da Veiga e musicado pelo próprio D. Pedro I. O Hino Nacional Brasileiro, de letra do poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada, foi oficializado durante o primeiro centenário da Proclamação da Independência, em 1922.
A Bandeira do Brasil, o Hino, o Brasão de Armas e o Selo Nacional são as mais legítimas manifestações simbólicas da União.
Mas a comemoração deste dia é uma oportunidade de repensar conceitos, com vistas ao despertar de uma consciência verdadeiramente patriótica, e não apenas simbólica.
Tempo de repensar os rumos da Nação e o papel a ser desempenhado por um povo consciente da realidade global.


Projeto Semana da Pátria/Justificativa


A comemoração da “Semana da Pátria” é indispensável em nossas escolas, pois proporciona ao professor oportunidade de:

• Formar na criança o conceito de Pátria
• Despertar o sentimento de patriotismo
• Formar atitude de respeito aos símbolos do Brasil
• Desenvolver a compreensão do passado histórico e da significação da data “sete de Setembro”

Objetivos:

• Incentivar o amor à Pátria Compreender a razão dos festejos da Semana da Pátria• Reconhecer a Bandeira como símbolo da Pátria
• Conhecer o fato mais importante da História do Brasil
• Valorizar a escola como participante de grandeza da Pátria

Desenvolvimento:Roda de Conversa

• O que é a Pátria
• O que aconteceu no dia 7 de setembro
• A figura de D. Pedro I
• Os símbolos da Pátria
• O grito da Independência
• A vida no Brasil antes e depois da Independência

Culminância

• Os alunos confeccionam chapéus ou viseiras com as cores da Bandeira do Brasil e desfilam pelo pátio ou ruas do bairro acompanhados com fanfarra ou bandinhas.
• Poderão levar também balões verde e amarelo

                            









domingo, 2 de setembro de 2018

#Brincadeiras com #música


Espaço: Pátio da escola, sala de aula ou qualquer lugar que possibilite a execução das atividades.
Material: uma folha de jornal para cada criança e um aparelho de som e cds com músicas de diferentes ritmos.

Atividade I
Dança do #jornal
Alunos participantes organizados lado a lado. Perto de cada aluno será colocada uma folha de jornal. Dado um sinal (pode-se colocar uma música) , todas os alunos dançarão sobre a folha de jornal e não vale sair de cima do jornal e nem rasgá-lo. Os movimentos com os pés deverão ser variados; ora crianças pularão, ora dançarão etc., de acordo com a criatividade de cada um. Vence quem cumprir o objetivo de não rasgar o jornal.
Uma maneira de incrementar a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais agitadas. Também pode ser realizada em dupla.
Alguns alunos podem não toparem dançar por timidez, convide-os para serem juízes com o professor e observar se os colegas não infringem as regras.
Caso isto possa ocorrer com vários alunos, inicie a atividade da seguinte forma: quando eu colocar a música, vocês deverão ficar saltando em cima do jornal com os dois pés, mas não pode rasgar o jornal!
2- Em seguida a mesma atividade pedindo que salte com um pé de cada vez.
 3- Saltar com um pé, os dois e o outro.
4 - saltar com um é os dois juntos, os dois afastados (abrindo as pernas e novamente juntos e o outro pé.
Fazer diversas variações  e já estarão dançando e experienciando o ritmo.
Em seguida proponha que eles criem a seqüência.

Atividade II
Espaço: Pátio da escola, #sala de aula ou qualquer lugar que possibilite a execução das atividades.
Material: cadeiras e um aparelho de som e cds com músicas de diferentes ritmos.
Dança das Cadeiras
Os alunos ficam em pé rodando e dançando em volta de uma fila de cadeiras enquanto uma música toca.
Quando a música parar, todos têm que sentar em uma cadeira. Quem não conseguir sai do jogo.
A quantidade de cadeiras tem que ser sempre um número menor do que a quantidade de pessoas.
              
Atividade III
Espaço: Pátio da escola, sala de aula ou qualquer lugar que possibilite a execução das atividades
Material: uma laranja para cada dupla e um aparelho de som e cds com músicas de diferentes ritmos.
Dança da Laranja
Formam-se os pares para a dança. Coloca-se uma laranja apo iada entre as testas dos dois integrantes de cada par. Ao começar a música, os pares devem dançar procurando ao mesmo tempo evitar que a laranja caia.
É proibido usar as mãos para manter o equilíbrio. Se a laranja cair no chão, a dupla é desclassificada. A música deve prosseguir até que só reste um par com a laranja.

Atividade IV
Espaço: Pátio da escola, sala de aula ou qualquer lugar que possibilite a execução das atividades
Material: um aparelho de som e cd com a música
Cabeça, ombro, joelho e pé
O grupo de alunos canta as partes do corpo como indicado abaixo. Enquanto canta, coloca a mão na parte citada.
Os participantes da roda vão cantando cada vez mais rápido.
Não vale errar a seqüência. Quem errar sai da brincadeira.
Letra da música:
“Cabeça, ombro, joelho e pé
Joelho e pé
Olhos, orelha, boca e nariz
Cabeça, ombro, joelho e pé
Joelho e pé.”

Atividade VI
Espaço: Pátio da escola, sala de aula ou qualquer lugar que possibilite a e xecução das atividades
Mamãe da rua musical
O pegador fica no meio da rua, e as outras crianças ficam na calçada.
Quem está no meio da rua fala o nome de um cantor. Por exemplo: Michael Jackson ou Ivete Sangalo. Os outros brincantes têm que tentar passar para o outro lado da rua, mas só podem passar cantando uma música do cantor mencionado.
Aquele que não cantar pode ser pego depois que o pegador contar até dez.
Se alguma criança não passar, o pegador pode invadir a calçada para tentar pegá-la.

Avaliação
Verificar junto aos alunos se compreenderam que a interação música, movimento, rítmo levam a construção da dança, ou de movimentos rítmicos.
Perguntar junto aos alunos se no seu entendimento, eles foram capazes de criar uma dança ou uma seqüência rítmica de forma prazerosa?
Levantar a questão se todos conseguiram participar das atividades?


Musicalização infantil - canções de roda

                                                            Palmas e pés

Como primeiras atividades, recomendamos as que usam as palmas das mãos e os pés, porque sãofáceis de assimilar e executar. É o primeiro exercício sobre os compassos e os tempos, em que as crianças, intuitivamente, irão perceber essa divisão.
A atividade consiste em bater palmas e bater as mãos na mesa, de forma alternada, em diferentes compassos. Você verá que este é um tipo de atividade que as crianças fazem com o maior entusiasmo. Vale a pena destacar que, à medida que a atividade se desenvolve, vamos tornando o compasso e a mistura de palmas, pés e batidas na mesa cada vez mais complexos.
Mesmo assim, você verá que os alunos não perdem o  entusiasmo, e muito menos o compasso. Ao contrário, eles têm uma grande capacidade de assimilar e executar corretamente os pulsos sonoros solicitados.
Antes de levar esta e outras atividades para os meninos, treine sozinho ou com um colega da escola, para você chegar afiado para a turma, de maneira a não se atrapalhar. Isso porque rapidamente as crianças superam a gente.

Órgãos do corpo


Depois das palmas e dos pés, que são atividades bastante lúdicas, podemos avançar mais um pouquinho, agora com uma atividade que as crianças adoram. Vamos usar músicas para treinar a coordenação motora, ao mesmo tempo em que promoveremos o auto-conhecimento da criança em relação ao próprio corpo. A letra dessas músicas deve citar partes do corpo, olhos, orelhas, nariz e boca, ao mesmo tempo em que as crianças devem tocar essas partes em seu próprio corpo.
Um detalhe importante é que, se você toca violão ou se há alguém que pode acompanhar a atividade, ótimo. Você conseguirá desenvolver a brincadeira de uma forma muito interessante. Mas se você não sabe tocar instrumentos, você poderá usar um CD com as músicas. Se, mesmo assim, você não tiver à disposição um aparelho de tocar CD, não se preocupe, cante várias vezes para as crianças e ensine a letra a elas, mesmo sem o acompanhamento por instrumento.
As crianças se entusiasmam com esse tipo de atividade, por isso, a partir de agora, você pode utilizar algo um pouco mais complexo. Você vai começar devagar, sabendo que a turma demora um pouco para memorizar cada passo da brincadeira. Da mesma maneira que na atividade anterior, primeiro você vai cantar para elas e treinar para que memorizem a letra da música: “Aperta a campainha do nariz, pisca a janela dos olhinhos...”. Em seguida, peça para elas fazerem o que a música está indicando, apertando o nariz, piscando os olhos, e repita várias vezes.
 

Das brincadeiras com palmas e pés, depois com o corpo, e, por fim, com instrumentos de percussão, podemos avançar um pouco mais com a turma. Passamos a trabalhar a interação entre as crianças, partindo para atividades em que todos têm de colaborar com todos para que a atividade dê certo e para que seja divertida. Em um primeiro momento, o melhor para que essa interação ocorra na musicalização é o uso das canções de roda.
Para as crianças, as canções de roda são de fácil assimilação, pois as rimas e a métrica usadas são muito simples, e ainda por cima despertam a vontade de cantar. Você pode começar com sua turma usando uma bem simples, que se parece muito com as atividades rítmicas que vimos anteriormente, usando palmas e pés. É uma brincadeira muito interessante que combina letra, melodia e a marcação do compasso com pés e palmas de forma coordenada. Trata-se da canção “ Olha palma, palma, palma, olha pé, pé, pé .....”.

Brincadeira do chapéu

Uma canção de roda, com a qual podemos intensificar a interação entre as crianças, é a brincadeira do chapéu. Sugestão de canção: “Fui à Bahia buscar meu chapéu ....” Esta é uma atividade em que há necessidade de contato entre as crianças. Trata-se de uma canção de roda em que entre todos os membros do grupo, uma criança recebe um chapéu na cabeça, e que deve passar o chapéu para o próximo da roda, escolhendo aleatoriamente entre os colegas aquele que ficará com o chapéu. Antes de iniciar qualquer atividade, explique bem às crianças como a brincadeira irá se desenrolar. Depois inicie a brincadeira, interrompendo, quando necessário, para corrigir eventuais falhas.

Fonte:https://www.cpt.com.br/artigos/musicalizacao-infantil

Trabalhando Música na Educação Infantil- AD


1 – Canção
Cantar com as crianças quando chegam para a aula, na hora do lanche ou na hora de sair, é uma maneira simples e divertida de colocar a música na vida delas. Isso pode ser feito desde que elas são bebês e deve ser um momento de diversão. Os pais também podem realizar esta atividade em casa.
2 – Movimentos corporais com músicas
Quando for cantar com as crianças, estimule-as a fazer movimentos. A música dos dedinhos, por exemplo, pode ser cantada apontando para eles. É uma forma de ensinar ritmo, levar conteúdo e trabalhar a musicalização infantil.
3 – Músicas utilizadas em brincadeiras
As brincadeiras também podem ser usadas para o ensinamento. Brincar de roda, ensinando letras e ritmo, acompanhando as músicas com os passos, é uma forma agradável da criança aprender e de ensinar cantigas de roda para ela.
4 – Música com outras atividades
Usar fantoches para ensinar uma canção ou para que cantem com as crianças, também é uma forma de atrair os pequenos para a música. Eles costumam interagir e adorar os bonecos, fazendo com que aprender uma letra nova, se torne algo especial.
5 – Música e ritmo através de palmas e batidas
Alguns versinhos ritmados podem ser acompanhados com palmas ou até batidas na carteira. A atividade vira uma “bagunça” para eles e ensina música, ritmo e poesia ao mesmo tempo. “Um, dois, feijão, com arroz / três, quatro, feijão no prato…” pode ser usada antes da alimentação, por exemplo.
6 – A utilização de instrumentos musicais
Os bebês podem brincar com chocalhos especiais. Já as crianças maiores podem ter contato com instrumentos próprios para crianças. Há um brinquedo didático que se chama “Bandinha do Barulho”, e pode ser usado tanto em escolas quanto em casa. São 10 instrumentos musicais com tamanho adaptado para crianças: 1 prato, 1 afuche, 1 corneta, 1 castanhola, 1 coco, 1 pandeiro, 1 blac-blac, 1 maraca, 1 reco-reco e 1 triângulo.
7 – Alternância de ritmos e estilos de músicas
Sabe aquela música que você ensinou para as crianças com um andamento mais rápido? O que acha de começar a aula seguinte com ela mais lenta? Você pode até fazer isso na mesma aula, para que elas sintam as diferenças. O importante também é usar diversos estilos musicais ao decorrer do aprendizado.
8 – Criar melodias e ritmos
Versos que estão sendo estudados em sala de aula podem virar música. Incentive os alunos a lerem as poesias cantando e criando melodias.
9 – Música na hora de relaxar
Antes de ir para casa, uma música de relaxamento pode ser usada até para bebês. Hora de se espreguiçar e ouvir com atenção.
10 – Vídeos e filmes musicados
Na hora do cinema, escolha um musical para passar para a sua turma. É mais uma forma bem descontraída de colocar a música na vida das crianças.

domingo, 26 de agosto de 2018

História do Soldadinho de chumbo- Dia do Soldado

Era uma vez 25 soldados todos feitos de uma colher de cozinha, de chumbo. Como o chumbo não chegou, o vigésimo quinto soldadinho ficou sem uma perna.
À noite quando toda a gente se ia deitar os brinquedos saltavam e brincavam. O Soldadinho ficou apaixonado por uma bailarina feita de papel, que vivia num castelo.
Um duende muito malvado ao ver o soldadinho parado a olhar para a bailarina manda-o de imediato para se esconder porque já estava a amanhecer e as pessoas começavam a acordar. Mas o soldadinho não quis saber dele e continuou com os olhos na bailarina e ela nele. Então o duende disse-lhe, que como ele não lhe obedeceu iria lhe acontecer coisas muito más.
O que é certo é que quando as crianças acordaram apanharam o soldadinho e colocaram-no no parapeito da janela. De repente a janela abriu-se e o soldadinho caiu para a rua. A criada e o menino foram procurá-lo mas não o encontraram, depois começou a chover muito e dois rapazes viram-no e colocaram-no num barco de papel de jornal e mandaram-no pela valeta abaixo.
E ele lá foi sempre valentão e o coração sempre na bailarina.
Mas os perigos começaram a surgir e apareceu uma ratazana que o seguiu mas nada conseguiu.
A uma certa altura o barco começou a afundar-se e o nosso soldadinho sempre com o coração na bailarina, foi cair num canal cheio de água.
Aí ,um peixe engoliu-o , depois foi vendido no mercado e comprado.
O mais engraçado é que quem o comprou foi a criada da casa onde viviam todos os brinquedos da história. Quando amanhou o peixe ficou tão espantada ao retirar de lá de dentro o soldadinho de chumbo que o foi colocar em cima da mesa da sala para que todos o vissem.
Quando a bailarina o viu, ficaram os dois com os olhos colados um no outro.
Então uma coisa estranha aconteceu, não se sabe se foi obra do duende ou de mero acaso. Um menino pegou no soldadinho e atirou-o para o lume da lareira, logo de seguida a janela abriu-se e a bailarina foi parar também à lareira.
Ambos arderam no lume, o soldadinho derreteu e ficou na forma de um coração. Da bailarina apenas restou uma lantejoula, toda queimada, que ela usava ao pescoço.










Maria Aparecida Rodrigues Marques

Minha foto

Professora Maria Aparecida R. Marques mas podem me chamar de (Cida Marques) Professora graduada em pedagogia pela Fundação Universidade do Tocantins e Pós Graduada em Artes, Gestão Publica , Educação Infantil e Series Iniciais pela Faculdade de administração FACEL. Professora concursada em duas matriculas pela rede municipal. Contato pelo email: cidarmarques2@hotmail.com tenho 45 anos, sou casada, tenho dois filhos lindo, um de 06 anos e o outro 24 anos. Trabalho na Educação Infantil municipal a 22 anos. Amo o que faço, busco sempre melhorar, procuro entender meus alunos para poder ajudá-los. Para mim ser professora é uma missão. Agradeço a Deus por ter me dado essa oportunidade e os meus pais por terem me incentivado.

ENSINANDO COM AMOR E NÃO POR AMOR!

Plano de Aula, História, Resenha, Relatório, sequência didática, #EducaçãoInfantil, Projetos,Releitura,Música,Brincadeiras Dirigidas, Teatro...

Follow by Email