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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Homenagem no dia do Soldado!

Nossa Missão é Proteger
Um dia uma criança observava sua mãe que se despedia do filho mais velho, o qual deixava o interior com destino à cidade em busca de trabalho e estudo, ela lhe fazia recomendações com respeito aos perigos que possivelmente pudesse encontrar.
A recomendação que mais chamou a atenção da criança foi quando ela disse com voz firme e segura, passando ao seu irmão uma certeza enorme do que estava falando.
O olhar expressivo e os gestos fortes dela garantiam o que aconselhava:
– Meu filho, se perceber algum perigo, se notar que corre risco, pelo amor de Deus, procure um policial (um soldado). Na cidade costuma ter sempre um por perto. Não vacile. Corra para perto dele. Tenha a certeza de que ele irá te proteger.
Então o rapaz beijou o rosto da mãe e, em seguida, pegou no colo o irmãozinho, abraçou-o e partiu.
À medida que se distanciava, os soluços da mãe ficavam mais altos. Foi aí que o pequenino segurou-lhe a mão e disse:
– Não chore mãezinha, Lá na Cidade tem muitos policiais (soldados)!
Sabe, policial (soldado), diante de uma história dessas, podemos perceber quanto vocês são importante, o tamanho de sua responsabilidade, quanto esperam de vocês.
Por isso as pessoas o vêem como um salva-vidas, um protetor e muito mais; poucas lhe agradecem ou elogiam quando presta bons serviços.
Muitas o censuram e cobram pelo menor deslize. Mas não se preocupe. Aliás, quem enfrenta tantos perigos , com certeza não se abalará com a maledicência daqueles que só criticam sem observar quanto vocês são valiosos e um grande ser humano.
Estamos orando por vocês, clamando a Deus que lá do céu mande soldados celestiais para protegê-los também.
Parabéns pelo seu dia e felicidades em toda sua vida. Vocês serão sempre nossos heróis.


































terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Pedagogia do Amor



O educando, no processo de formação escolar, tem necessidade de amar e compreender. Da mesma forma, o professor, no exercício de seu magistério, tem necessidade de ser amado e ser compreendido.
Assim, a necessidade de amar do aluno e o desejo de ser amado do professor nunca andam separados, são a base de uma relação fraterna e recíproca entre professor e aluno.
Uma criança quanto mais sente que é amada, mais disciplinada estará para receber a ministração das aulas. Onde não há reciprocidade, isto é, o amor do aluno para com o professor e do professor para com seu aluno, não assimilação ativa, não há a razão de ser da educação escolar: o desenvolvimento do educando como pessoa humana.
A nova  Lei de Diretrizes e Bases da da Educação Nacional (LDB),  a Lei 9.394, promulgada em 1996, trouxe as bases do que venho denominando, nos meios acadêmicos, de  Agapedia, a Pedagogia do Amor.
É a LDB que nos oferece os dois mais importantes princípios da Pedagogia do Amor: o respeito à liberdade e o apreço à tolerância,  que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim último o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
Na educação infantil, a Pedagogia do Amor torna possível o cumprimento do desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, na medida em que o processo didático complementa a ação da família e da comunidade.
No ensino fundamental, a Pedagogia do Amor se dá em dois momentos: no primeiro, no desenvolvimento da capacidade de aprendizagem do educando, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores e, no segundo momento, no fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
No ensino médio, a Pedagogia do Amor se manifesta na medida que nós, professores e futuros professores, aprimoramos o educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.
Na educação superior, há lugar também para a Pedagogia do Amor. Ela se manifesta no momento em que os professores estimulam o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular, os nacionais e regionais. É a Agapedia que leva os alunos à prestação de serviços especializados à comunidade e estabelece com esta uma relação de reciprocidade.
Fonte:http://www.espacoacademico.com.br/004/04pedagogia.htm
     


A alegria de ensinar !


Para Rubem Alves um grande mestre nasce da exuberância da felicidade, da alegria de ensinar. Ser mestre é ensinar com alegria, é ensinar a felicidade. Mas, todos os professores deveriam parar por um minuto, em sala de aula ou no pátio das escolas, e olhar para os seus alunos e se perguntar: estariam nossos alunos felizes na escola ou estariam lá infelizes e obrigados? A escola é um espaço de alegria ou de tristeza? A partir dessa terrível e apavorante constatação nos professore não estaríamos intimidando a inteligência e a criatividade de nossos alunos em um ambiente de tristeza e infelicidade regado por autoritarismos, regras e gritos? Então Rubem Alves faz um pedido a nós professores: “lembrem-se de que vocês [educadores] são pastores da alegria, e que a sua responsabilidade primeira é definida por um rosto que lhes faz um pedido: ‘Por favor, me ajude a ser feliz… ’”. Nossos alunos querem brincar. Vamos fazer da educação uma brincadeira.

COMO ENSINAR COM AMOR?




Há de se considerar que são necessárias habilidade e sabedoria para envolver e seduzir nossos alunos no processo de aprendizagem nos tempos atuais, frente à grande oferta de sedutoras informações apresentadas a todo o momento via redes sociais e outros meios de comunicação.
Fazer uma abordagem de forma a despertar o interesse pela busca do conhecimento é com toda certeza desafiador. Tarefa essa que requer dedicação e comprometimento, não apenas daqueles que transmitem o saber, mas também daqueles que o recebem.
Frente a todas essas questões, a tarefa de transmitir conhecimento requer não apenas habilidade, sabedoria, e comprometimento, mas também amor. Não apenas, mas também. É sequestro da subjetividade cada vez que, no processo educacional, as crianças são submetidas à pedagogia do medo e o aprendizado torna-se um fardo, deixa de ser um desejo (PADRE FÁBIO DE MELO, 2009). Vale ressaltar que não apenas as crianças são submetidas a essa pedagogia do medo, mas também os jovens; assim como os educadores ou qualquer outro ser humano que participe desse processo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

TRABALHANDO EM EQUIPE - JUNTOS SOMOS MUITO MELHORES DO QUE SOZINHOS!

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ENSINANDO COM AMOR!!

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