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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cada Letra uma aventura.



























 Encontrei estas atividades de leitura e escrita, no blog Meus trabalhos Pedagógicos, do livro "Cada Letra uma Aventura", da coleção Arco Íris , os textos são de autoria da Marilene Godrinho e ilustração de Alberto Pinto.

sábado, 25 de junho de 2011

MENSAGEM PARA OS AVÓS



Eternas figuras humanas
que hoje queremos homenagear,
contemplando com carinho os cabelos brancos,
o profundo olhar, as rugas na fronte e na face,
sinais da experiência e memória de tantos anos vividos.
Que bom poder ser seu neto(a)
para ouvir com atenção
os sábios conselhos,
as palavras fartas,
indicadoras de novos horizontes em nossa vida.
Queremos tocar e sentir
a energia que suas abençoadas mãos transmitem,
e hoje, embora trêmulas,
ainda semeiam os frutos da experiência de vida.
Permita-nos, neste momento especial,
acompanhar com ternura seus passos lentos,
algumas vezes trôpegos,
mas cheios da sabedoria que a vida lhes ensinou.
Queremos abraçá-los e também aplaudi-los,
com muita emoção e ternura,
pedindo a Deus que os abençoe e lhes conserve a saúde.
A esperança nos leva a crer que
outros dias lindos acontecerão,
pois vocês são frutos da mais bela obra
que Deus colocou na nossa história.
           Turma doMaternal II e Jardim I
Professora: Maria Aparecida R. Marques

Os idosos merecem respeito e consideração de todos...

                                      Dia da Vovó



Os avós são pessoas ligadas a nós através de laços consanguíneos, pois são os pais dos nossos pais.
Assim, cada pessoa tem quatro avós, sendo uma avó e um avô paterno e uma avó e um avô materno.
Os avós merecem consideração e respeito, pois já viveram muito, possuem grande experiência de vida e podem transmitir muitos ensinamentos a todos de sua família. Por isso, ganharam uma data especial, para que fossem homenageados, o dia 26 de julho, que é mais conhecido como o dia da vovó.
O surgimento e criação dessa data foi em homenagem aos avós de Jesus Cristo, Joaquim e Ana, cujas pequenas informações aparecem no evangelho de Tiago. Registros históricos mencionam que em 1889, na cidade de Jerusalém, foram encontrados os túmulos onde Joaquim e Ana foram enterrados.
No dia da vovó podemos fazer várias programações para distraí-los, além de se tornar uma diversão para a família, como: fazer um passeio num parque, assistir a um filme do gosto deles, fazer uma reunião de família onde todos possam expressar seu amor e carinho pelos mesmos, etc.
Além disso, oferecer lembrancinhas e presentes para agradá-los também é uma forma de mostrar que são amados e que recebem consideração. Os objetos a serem oferecidos devem estar de acordo com as idades e os interesses dos avós, para não ficarem guardados. Normalmente gostam de perfumes suaves, cremes, sabonetes, pijamas ou camisolas de malhas confortáveis, roupões de banho, chinelos que acondicionem bem os pés, sapatos baixos e confortáveis com solado antiderrapante, dentre vários outros.
Os idosos também gostam muito de ser ouvidos. Quando encontram pessoas que lhes dão atenção, gostam de relembrar os tempos passados, da época em que eram jovens e contar casos engraçados e interessantes.
Hoje em dia existem leis que favorecem os idosos, isso é questão de respeito com os mesmos e devemos acatá-las. Assim, os idosos têm o direito de entrar na frente das filas, não pagam passagens de ônibus, possuem vagas especiais em estacionamentos, dentre outros. É muito justo que isso aconteça, pois seus corpos já não são mais capazes de suportar o cansaço que pessoas mais novas conseguem.

Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 24 de junho de 2011

MUSICAS PARA HOMENAGEAR OS AVÓS...

O Meu Avô - A Turma Do Balão Mágico


O meu avô é doce como caramelo
O meu avô é fofo como um algodão
O meu avô tem muitas coisas, e um castelo
De mentirinha, mas é um bruta castelão
O meu avô conta piadas engraçadas
O meu avô tem "figurinhas de montão"
Muita graça, muito riso
Meu avô sabe brincar
É tão lindo o seu sorriso
É meu aaa aaa aaa aaaaa.....
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo avozinho um beijinho, meu amor
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo vovozinho, um beijinho por favor
La la la la tchu ru ru....
O meu avô tem uma estátua voadora
O meu avô tem um isqueiro de vulcão
O meu avô corta fumaça com tesoura
De mentirinha, o meu avô é campeão
O meu avô tem dois anéis lá de Saturno
O meu avô tem plantação de macarrão
Muita graça, muito riso
Meu avô sabe brincar
É tão lindo o seu sorriso
É meu aaa aaa aaa aaaaa.....
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo!
Dá um beijo avozinho um beijinho, meu amor!
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo!
Dá um beijo vovozinho, um beijinho por favor!

VOVÓS MODERNAS


A figura da avó não é mais daquela mulher que descansa numa cadeira de balanço, faz crochê ou prepara bolinhos de chuva à tarde.
Elas são mamães duas vezes, são a voz da experiência, algumas cozinheiras de mão cheias.
Muitas ajudam na educação dos netos, cuidam deles na ausência dos pais e fazem de tudo para se aproximar e dar carinho.
Elas agora são modernas, mergulham nas ondas da internet, respondem e-mail, entram em redes sociais como o Orkut, se relacionam com outras avós no Site Velhosamigos. Não há regras nem limites para cumprir a missão de ser avó, um universo cheio de histórias.
Por isso que as avós ganharam de presente um dia especial no calendário mundial, para serem sempre lembradas.
Parabéns a todas as avós do site dos Velhosamigos.

Um beijo, amiga Zeli de POA.

Autora: Zeli de POA


MEU CARINHO

Se alguém tem maior mérito na vida que vivemos essa é a mais importante, pois a avó é duas vezes mãe.
A avó é a mãe da mãe. Ela criou o seu ou a sua filha e hoje possui o seu ou sua netinha.
Nada mais importante do que homenageá-la no dia a ela consagrado.
Somos gratos por sua existência e pelo seu trabalho com seus netinhos que também são seus filhos por criação. Hoje vou dar o meu beijo a minha segunda mãe que trata minha filha com todo carinho e ensina a ela o caminho de bem viver.
Parabéns às vovós e aos vovôs!
Que tenham um dia de felicidade junto a sua familia e seus netinhos.

Autor: Paulo Kwamme

Avós

Uma vida...
Uma caminho percorrido...
Um destino marcado...
Uma história vivida...
Sabedoria...
Respeito...
Vida...
Amo-vos, meus avós...
Meus exemplos...
Nossas rugas que marcam a história...
Dos passos dados...
Das lutas vencidas...
Das mágoas...
Dos sentimentos...
Das guerras perdidas...
Das angustias...
Das alegrias...
Dos momentos...
Recordações...
Histórias de uma vida...
De uma luta constante...
De ser, de vencer..
Lutaram por meus pais...
Lutaram por nós...
E agora lutam por um sorriso em nosso rosto...
 vezes dou-vos um beijo rápido demais...
Talvez devesse ficar mais, saboreando a vossa pele tão enrrugada...
Talvez devesse sentir mais o rosto por onde tantas lágrimas se derramaram...
Talvez devesse pegar-vos mais na mão...
Quando contam vossas histórias...
de luta e sabedoria...
Talvez devesse sentir mais as mãos calejadas de anos de trabalho...
Talvez devesse sugar mais das vossas histórias únicas...
Mais ninguém me poderá contar as vossas histórias da mesma forma...
Mais ninguém terá uma alma, uma voz igual a vossa...
Que me inebrie...
que me embale na vossa melodia...
Amo-vos de todo o meu coração...
Neste dia, nada mais posso fazer que uma homenagem e um beijo...
Mas o essencial não é o hoje...
Porque hoje, talvez seja mais fácil fazê-lo...
O importante é não me esquecer nunca... de segurar vossa mão e a sentir...
De vós dar um beijo...
Sentir o vosso rosto...
Eu sei o que elas são para mim...
Espero que o sintam ...
Que o saibam também!

Bjos, Liza Costa



Vou pra casa da vovó

Chega de tanta injustiça
de castigo e confusão!
Vou pra casa da vovó,
não tem outra solução!
Estou mesmo decidido
e pra sempre eu me mudo.
Aqui eu não posso nada
e por lá eu posso tudo!
Posso comer chocolate,
posso até me empanturrar.
Posso comer sobremesa
até antes do jantar.
Mesmo que eu faça bagunça,
vovó não briga comigo.
Se eu beliscar o irmãozinho,
vovó não me põe de castigo!
Vou fazer a minha mala,
meu carrinho eu vou levar.
Vou levar o meu cachorro
e o meu jogo de armar.
Vou levar meu travesseiro,
levo também meu pião,
pego os meus livros de história
e o meu time de botão.
Levo as coisas que eu gosto,
pra ter tudo sempre a mão:
levo também o papai,
a mamãe e o meu irmão!


Autora: Ana Canéo
Enviado por: Regina Ribeiro




AVÓS, O MÁXIMO!!!

(Texto de uma neta, lido nas Bodas de Ouro dos avós).


Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu: - Eu gostaria de ser avó! Ao ser interrogada sobre o porquê dessa idéia, ela
completou:

- Porque os avós escutam, compreendem. E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles.
E a menina continuou:

- Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros.
Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Os avós não fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente. Como eles são velhinhos, não conseguem rolar pelo chão ou correr. Mas não faz mal. Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar. Na casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Eles contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da Bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas.
Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.
Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou "se não fizer logo, vai ficar de castigo". Quase todos usam óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas.
Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem: "menino, não vê que estou ocupado?" Eles param, pensam e respondem de um jeito que a gente entende.
Os avós sabem um bocado de coisas. Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos. Nem se referem a nós com expressões tipo "que gracinha!", como fazem algumas visitas.
O colo dos avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste. Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os únicos adultos que têm tempo para nós.

Retirado do blog http://www.velhosamigos.com.br/
                        Parabéns a todas as avós do site dos Velhosamigos






Dia 26 de julho - Viva aos bons velhinhos!!!!

NOSSOS AVÓS


Como é lindo o amanhecer dos filhos que amam seus pais e os netos que sentem o mesmo por seus avós de cabelinhos brancos.
Um dia sempre será pouco para aquele ou aquela que, quase sempre no mundo de hoje, é a grande proteção dos netinhos, ajudando seus filhos financeiramente ou dando seu tempo na ajuda a ambos.
Como é triste a separação dos pais. É um golpe no lar para seus filhos, que ficam ao desamparo.
Mas, como um presente de Deus, surgem os avós, com seu manto de carinho e força de quem lutou muito na vida, conquistando tudo, e ainda tendo tempo para criá-los.
Só fico triste quando um filho esquece seus pais em um asilo, como um trapo qualquer. O que, no amanhã, pode esperar de seus protegidos de hoje? Um tratamento diferente?
Viva o filho que ama seus progenitores. Com certeza eles darão o mesmo amor e a proteção devida até o fim de seus dias.
Viva aos bons velhinhos.
Dia 26 de julho é lindo, com Sol ou com chuva.

Autor: Paulo Kwamme


VOVÓS e VOVÔS!

Assim como o dia das Mães, o dia dos Pais, o dia das Crianças, existe o dia das Avós.
As avós são muito especiais. São mulheres maduras, sábias, experientes.
Antes, as vovós amarravam o seu cabelo, cuidavam da cozinha e muitas outras coisas, mas agora as vovós estudam, cuidam da casa, trabalham fora, fazem caminhadas e até academias.
As vovós são mesmo preciosidades.
Se você ainda tem a sua vovó, o seu vovô, procure-os e declare o seu carinho, o seu amor.

Feliz dia, VOVÓS e VOVÔS!
Autora: Raylane


Vovó em nova versão: Dona Benta busca novos desafios 26 de julho – Dia da Vovó

Já se foi o tempo em que a imagem das avós estava somente ligada aos almoços de domingo, à velha cadeira de balanço, óculos na ponta do nariz, roupas de lã antiga, jeitinho manso de falar e histórias de quando os tempos eram diferentes. Hoje, mais do que nunca, as avós assumem um papel muito importante na educação de seus netos e também na sociedade.
No dia 26 de julho comemoramos o Dia da Vovó – figura que aos poucos, foi se adaptando e assumindo novo papel de importância dentro do seio familiar. Agora, a tarefa que antes era somente brincar, levar as crianças à escola, preparar coisas gostosas e contar casos divertidos, divide espaço com uma carreira, estudo e novas obrigações. Embora a figura das vovós esteja mudando, uma coisa não pode, nem deve ser alterada – a postura de “mãe mais madura”, que com sua experiência, consegue levar com facilidade e naturalidade a relação com as crianças, pois ela já está consciente de todos os acertos e erros cometidos com os filhos.
Existem muitos casos de vovós que trabalham fora, são executivas, e outras que deram um novo rumo à vida e voltaram a estudar em busca de novos conhecimentos. Elas não se intimidam e mostram que a principal ferramenta para alcançar seus sonhos e objetivos na vida é a força de vontade. É o caso de Olga Lucia de Paiva Faria, 48 anos, de Mogi das Cruzes - SP. Depois de muitos anos afastada da escola, decidiu trabalhar a mente e aperfeiçoar seu desempenho pessoal e profissional no curso de Português do Kumon. Os filhos já estavam matriculados e, após perceber transformações positivas no comportamento deles, não marcou bobeira e matriculou também as duas netas de três anos cada, no curso de Matemática, para aguçar o raciocínio das meninas. Em breve, a netinha mais nova, ainda com dois anos, será a próxima matriculada.
A meta da vovó coruja é ver as netas se destacando na sociedade. “Desejo que elas se tornem cultas e com sabedoria para entender e interpretar as etapas da vida. Quanto a mim, finalmente quero aprender a ler e a escrever corretamente, recuperando o tempo perdido e assim me tornar uma pessoa mais feliz e uma avó realizada”, conclui Olga. Esta é mais uma prova de que nunca é tarde demais para correr atrás dos nossos sonhos. Muitas mulheres desta geração tiveram que abandonar os estudos para priorizar outras coisas, mas o retorno é muito positivo, pois ao mesmo tempo em que adquirem conhecimento, passam também a fazer parte e entender um pouquinho mais sobre o mundo dos jovens de hoje.
Um outro exemplo é o caso da educadora, Maria Carolina Lavieri, Diretora do Colégio Itatiaia em São Paulo e avó do pequeno André, de quatro meses. Desde os tempos da faculdade ela já tinha a idéia de construir um espaço onde crianças seriam educadas e cuidadas por profissionais responsáveis e amorosos, enquanto as mães trabalhassem, contribuindo para um mundo melhor. Ela sempre acreditou que, não é porque as mães trabalham fora que os filhos devem ficar com as avós. “Casei, tive filhos, fui trabalhar e as crianças ficavam com a minha mãe. Parecia a solução perfeita, mas não era. Minha mãe não reclamava, mas ela já havia criado seus filhos e agora teria que assumir os meus. Hoje curto muito o meu neto, mas continuo minhas atividades normais. Minha dedicação a meu neto é de qualidade, não de quantidade”, afirma Carolina. Com as vovós em atividade, todos nós temos a ganhar, as crianças principalmente – pois a casa das diversões, onde “quase” tudo é permitido será também um local para desenvolver o conhecimento. Parabéns a todas as vovós!

Enviado por: www.kumon.com.br / www.colegioitatiaia.com.br


VOVÔ NEM É TÃO VELHO...

Uma tarde, o neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos e, de repente, perguntou:
- Quantos anos você tem, vovô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um pouco... Nasci antes da televisão, das vacinas contra a pólio, comidas congeladas, foto copiadora, lentes de contato e pílula anticoncepcional.
Não existiam radares, cartões de crédito, raio laser nem patins on line.
Não se havia inventado ar-condicionado, lavadora, secadora (as roupas simplesmente secavam ao vento).
O homem nem havia chegado à lua, "gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca havíamos ouvido falar e rapazes não usavam piercings.
Nasci antes do computador, duplas carreiras universitárias e terapias de grupo.
Até completar 25 anos, chamava cada homem de "senhor" e cada mulher de "senhora" ou "senhorita".
No meu tempo, virgindade não produzia câncer.
Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal, a sermos responsáveis pelos nossos atos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que a gente comia quando estava com pressa.
Ter um bom relacionamento, era dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava férias juntas.
Não se conhecia telefone sem fio e muito menos celulares.
Nunca havíamos ouvido falar de música estereofônica, rádios FM, fitas cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever elétricas, calculadoras (nem as mecânicas, quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livreto de anotações.
Aos relógios se dava corda a cada dia.
Não existia nada digital, nem relógios nem indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando em máquinas, não existiam cafeteiras automáticas, micro-ondas nem rádio-relógios-despertadores.
Para não falar dos videocassetes ou das filmadoras de vídeo.
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Havia somente em branco e preto e a revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, sua revelação era muito cara e demorada.
Se em algo lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China". Não se havia ouvido falar de "Pizza Hut", "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, as passagens de ônibus e os refrigerantes, tudo custava 10 centavos.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.
Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho.
Agora me  diga quantos anos acha que tenho? 
- Hiii... vovô... mais de 200! Falou o neto.
- Não, querido, somente 58.
Enviado por: Oscar Moreira


Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

Século I A.C. - Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.

O Dia dos Avós gera polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração.

Mas o papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.
As avós são também chamadas de "segunda mãe", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.
Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.
Aproveite esta data para mandar uma mensagem de carinho aos queridos vovô e vovó e dizer o quanto você lembra deles.
retirado do blog http://www.velhosamigos.com.br/


PROJETO "DO TEMPO DA VOVÓ"

IMPORTÂNCIA

É importante que as crianças conheçam os brinquedos e brincadeiras antigas, resgatando assim tradições e culturas que estão sendo substituídas por brinquedos e jogos eletrônicos. O contato com este tema proporciona momentos de criação, interação e muita diversão.


Objetivos


Com a ajuda das vovós aprende-se novas brincadeiras, e amplia-se o repertório. Resgatamos brinquedos e brincadeiras antigas e comparamos com os atuais. As crianças também têm contato com a leitura e a escrita, através das pesquisas realizadas em diferentes portadores de texto, dos manuais das brincadeiras, confecção de cartazes com as brincadeiras preferidas e as parlendas antigas. Não se esqueça de pedir aos alunos que pesquisem, com seus avós, as brincadeiras de seu tempo, para que possam ensinar aos coleguinhas.

Algumas brincadeiras:

Passa Anel
Amarelinha
Peteca
Esconde-Esconde
Quatro Cantos
Boca de forno
Poema de Pau
Pular Corda

Atividades

O projeto proporciona contato com situações reais do contexto social através da elaboração de convites, entrevistas com algumas vovós e até mesmo a organização de um chá com as avós, em que as crianças participaram de todos os preparativos para receber as vovós dos nossos pequenos do Interação. Mas o mais importante é que as crianças aprenderam brincando e resgataram um pouco da nossa cultura através das experiências dos avós.

Fonte: Pra gente miúda

Adaptado por Cida Marques

AVÓS NA ESCOLA

Podemos convidar todos vovô e vovó para passarem um período na escola com seus netos. Podemos combinar com algum delas(es) para ensinar algo que elas(es) sabem fazer as outras(os) vovós e/ou aos alunos. Ex: tricô. crochê, culinária, musiquinhas infantis, brinquedos, quadrinhas, etc... Os alunos podem declamar poesias, apresentarem esquetes teatrais, distribuírem cartoes, fazerem jogos de integração com as avós e deliciarem-se com a culinária

Brincadeiras: Chá das Vovós

Com prêmios aos vencedores!!!


1. Qual é o chá?
Qual o chá que se usa na cabeça? (chapéu)
O chá que agasalha ? (xale)
O chá que abre portas? (chave)
O chá da praça? (chafariz)
O chá que é um problema? (charada)
O chá que é um tipo de casa (chalé)
O chá da fábrica? (chaminé)
O chá que fica no campo? (chácara)
O chá que se tem de escolher para votar? (chapa)
O chá que atrai a simpatia/ (charme)

2. Qual a vovó que tem o maior número de netos?

E qual a vovó mais jovem?

3. Como está a memória da vovó?

A diretora diz uma parte de um provérbio popular e algum avô ou avó completa com a outra parte.
Quem não tem cão... caça com gato.
Quando um não quer... dois não brigam.
Quem com ferro fere... com ferro será ferido.
Diga-me com quem andas... e te direi quem és.
Água mole em pedra dura... tanto bate até que fura.
Ri melhor... quem ri por último.
Gato escaldado... tem medo de água fria,
Mais vale um pássaro na mão... do que dois voando.
Quem tem boca... vai à Roma.
Pau que nasce torto... não tem jeito morre torto.
Quem corre cansa... quem não corre alcança.
Antes só... do que mal acompanhado.

4. Somando os pontos

Chamar à frente os casais de avós presentes e premiar o casal que somar mais pontos nos seguintes itens:

o número de filhos

anos de casamento

botões da roupa (dos dois)

o número de netos

idade de cada um


SERVIÇO DO CHÁ

Enquanto o chá é servido, todos podem cantar músicas folclóricas e músicas de roda antigas, bem conhecidas dos nossos avós...

• “Luar do Sertão”, “Alecrim Dourado”, “Peixe Vivo”, “Se esta rua fosse minha”, “Casinha Pequenina”, “Ciranda, cirandinha”, “Teresinha de Jesus”,... etc

Música do tempo da Vovó


PESQUISA MUSICAL ENTRE AS VOVÓS


Os alunos serão divididos em grupos para percorrerem o bairro onde fica a escola ou os seus bairros e pesquisar junto a comunidade idosa dos bairros, as músicas que eles mais ouviam em determinada época.
A partir dessa pesquisa o professor poderá criar várias atividades, inclusive gravação de CDs com as músicas mais votadas. Poderá também planejar junto a escola o "Baile dos Vovôs", integrando inclusive os alunos. Esses CDs podem ser vendidos para os alunos presentearem seus avós e os lucros serem revertidos em recursos para ajudar as escolas

Quadrinhas da Vovó

1
A CASINHA DA VOVÓ

TRANÇADINHA DE CIPÓ
O CAFÉ TÁ DEMORANDO
COM CERTEZA NÃO TEM PÓ

2
Palma, palminha,

Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.

3
Serra, serra, serrador,

Serra o papo do vovô...
Quantas tábuas que serrou?
1,2,3, fora uma que quebrou!!!


4

A vovó me disse que no tempo dela,

Não tinha novela, nem televisão,
Só tinha teatro, peça de cinema,
E em Ipanema tinha um coração!
Não tinha nada, ora vejam só!
Mas tinha amor no tempo da vovó,
Não tinha nada, ora vejam só!
Mas eu gosto muito da minha vovó!

Poesias da Vovó

A avó

A vovó também é velha,
Franzidinha como quê.
Passa os dias lá na rede,
Entretida no crochê.
Às vezes fica zangada
Com o barulho que faço.
Pega na chinela, eu me rio,
Ela ri e lá vem um abraço.
Um dia virou a casa
Para os óculos achar.
Remexeu canto por canto
E queria me culpar.
Bem que eu sabia de tudo,
Mas aquilo era uma festa,
Pois vovó tinha os óculos
Presos no alto da testa.
Bastos Tigre


Os Óculos da Vovó

— Como acabar meu tricô,
como assistir à novela,
se esses óculos benditos
me somem sem mais aquela?
Vovó, procurando os óculos,
vai do quarto para a sala
e de novo volta ao quarto,
sem ninguém para ajudá-la.
E até parece que os netos
estão a se divertir,
pois mesmo seu predileto
faz força para não rir.
Deve saber onde estão,
porque lhe diz o malvado:
— Já está ficando quente
seu chicotinho queimado!
E o diz quando está no quarto
ou à sala torna a voltar.
— Mas como pode uma coisa
em dois lugares estar?
Em sinal de desespero
leva então as mãos à testa:
ali estão os seus óculos
e tudo vira uma festa.

DOM MARCOS BARBOSA



A Avó

A avó, que tem oitenta anos,
Está tão fraca e velhinha! . . .
Teve tantos desenganos!
Ficou branquinha, branquinha,
Com os desgostos humanos.
Hoje, na sua cadeira,
Repousa, pálida e fria,
Depois de tanta canseira:
E cochila todo o dia,
E cochila a noite inteira.
Às vezes, porém, o bando
Dos netos invade a sala . . .
Entram rindo e papagueando:
Este briga, aquele fala,
Aquele dança, pulando . . .
A velha acorda sorrindo,
E a alegria a transfigura;
Seu rosto fica mais lindo,
Vendo tanta travessura,
E tanto barulho ouvindo.
Chama os netos adorados,
Beija-os, e, tremulamente,
Passa os dedos engelhados,
Lentamente, lentamente,
Por seus cabelos, doirados.
Fica mais moça, e palpita,
E recupera a memória,
Quando um dos netinhos grita:
"Ó vovó! conte uma história!
Conte uma história bonita!"
Então, com frases pausadas,
Conta historias de quimeras,
Em que há palácios de fadas,
E feiticeiras, e feras,
E princesas encantadas . . .
E os netinhos estremecem,
Os contos acompanhando,
E as travessuras esquecem,
— Até que, a fronte inclinando
Sobre o seu colo, adormecem . . .

                          Olavo Bilac



ALÔ, QUERIDOS AVÓS,
QUE ESTAIS AQUI PRESENTES,
ATENDESTES O CONVITE
E ISTO NOS DEIXA CONTENTES,
PARABÉNS, Ó VOVOZINHAS(OS),
PORQUE HOJE É VOSSO DIA;
DEUS VOS DÊ MUITA SAÚDE,
AMAOR, PAZ E ALEGRIA!
TUDO AQUI FOI PREPARADO
COM MUITA DEDICAÇÃO;
DESDE O CONVITE AO LANCHE,
ATÉ A PROGRAMAÇÃO.
PARABÉNS, Ó VOVOZINHAS(OS),
PORQUE HOJE É VOSSO DIA,
DEUS VOS DÊ MUITA SAÚDE,
AMOR, PAZ E ALEGRIA!
VOSSA PRESENÇA, VOVÓS,
NOS CAUSOU SATISFAÇÃO,
QUEREMOS QUE VOCÊS VOLTEM
EM OUTRA OCASIÃO.
PARABÉNS, Ó VOVOZINHAS(OS),
PORQUE HOJE É O VOSSO DIA;
DEUS VOS DÊ MUITA SAÚDE,

           AMOR, PAZ E ALEGRIA!


SER AVÓ

Ser avó é sentir felicidade
É conhecer um amor doce, profundo,
É viver de carinho e ansiedade,
É resumir nos netos o seu mundo!
Ser avó é voltar a ser criança,
É fazer tudo pelo neto amado...
É povoar a vida de esperança,
É reviver todinho o seu passado.
Ser mãe é dar o coração, eu creio,
Mas ser avó... que sonho abençoado!!!
É viver de ilusão, num doce enleio,
É viver no neto o amor ao filho amado!



VOVÓ

Falar de Vó ou vô para mim é beleza!
É pura certeza de viva alegria,
Vovó é doçura, é mel que escorre,
É fada – socorre de noite e de dia.
Vovó é denguinho gostoso,
Molhado, fofinho...
Ensopado de amor e carinho,
Vovó é segurança.
Vovó – esperança do esperto netinho
De tomar (sem ser a hora!) o seu “danoninho”...
Vovó tem magia nos lábios e encantos,
Pois sara com beijos a neta, que em pranto,
Mostra-lhe o dedinho que machucou.
É flor sempre viva que não tem idade,
Pois brinca de roda, se deita no chão,
Se faz de cavalinho pra neta ou netinho
Do seu coração.
Vovó conta história pra gente comer comidinha,
Vovó conta história pra chegar o soninho,
Vovó conta história de lobo, girafa,
Formiga, ursinho...
Vovó conta história da Bíblia Sagrada,
Vovó conta história do menino e Rei Jesus,
Vovó conta história dos santos do céu,
Do reino de Deus, dos anjos de luz...
Vovó é sabidinha!...
Enquanto pode,
Carrega pra igreja os netinhos amados,
Igual vovó Lóide, na Bíblia citada.
Faz tudo o que pode
Pra ver seus netinhos
De Deus sendo anjinhos
          Sempre abençoados!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

ATIVIDADES DE ADAPTAÇÃO ESCOLAR

Encontrei esse material no blog "Meus Trabalhos Pedagogicos", textos e atividades sobre adaptação escolar para várias idades. Achei  maravilhoso, sei que esse período do ano os alunos já estão adaptados, mas depois de um feriado  e férias de julho é sempre bom estimular a volta as aulas das crianças não é mesmo?


Espero que gostem.bjs

CHAMADA COM FOTO

Tempo

30 minutos.


Espaço

Sala de aula.


Idade

A partir de 1 ano e meio.


Material

Cartolina ou papel-cartão, foto individual das crianças, caneta hidrográfica fina e plástico de fichário.

Objetivo

Conhecer o colega.

Preparação

Em pedaços de cartolina ou papel-cartão, escreva o nome de cada criança em letra bastão maiúscula e cole uma foto dela.

Descrição

Coloque todos os cartões sobre uma mesa ou no chão, com a foto e o nome virados para baixo. Uma criança por vez pega um cartão e entrega ao colega que aparece na foto. O professor diz então o nome da criança “descoberta” para estimular o reconhecimento dela pelo grupo. Outro modo de realizar a atividade é deixar os cartões espalhados sobre a mesa com a foto para cima. Peça para cada um pegar o seu cartão e colar no painel da chamada, uma espécie de sapateira com bolsos transparentes, que pode ser feito sobre uma base de papel-cartão. Varie essa atividade colocando a foto da criança com o animal de estimação, alguém da família, o brinquedo preferido etc. Como se trata de uma chamada, é possível repetir essa atividade diariamente, quando todas as crianças estiverem presentes, durante os primeiros meses do ano. Retome-a se um novo membro entrar no grupo.


CADÊ? ACHOU!


Tempo

Enquanto durar o interesse da turma.


Espaço

Sala de aula.

Idade

A partir de 1 ano e meio.

Material

Bambolê com faixas de tules de diversas cores (o comprimento das faixas deve ser o mesmo da altura do pé direito da sala).

Objetivo

Ajudar a criança a elaborar a ausência temporária da família.

Descrição

Pendure firmemente o bambolê no teto da sala de modo que as faixas cheguem ao chão. As crianças vão brincar de esconder atrás delas e entre elas, segurá-las para cobrir parte do corpo e esconder os colegas. Com isso, vão descobrindo que a ausência do outro é temporária e que eles sempre reaparecem.

AGRESSIVIDADE

MASSAGEM COM BEXIGA

Tempo

10 minutos com cada criança.

Espaço

Sala de aula com colchonetes, berço ou trocador.

Idade

De 1 mês a 2 anos.

Material

Bexigas ou esponja macia e água.

Objetivos

Acalmar; desenvolver a consciência corporal; promover um sono tranqüilo; e estimular o vínculo afetivo entre educador e criança.

Descrição

Coloque um pouco de água em temperatura ambiente dentro de uma bexiga (não encher muito para não ficar pesada). Se o clima ajudar, deixe o bebê somente com a fralda em um local tranqüilo, com luz difusa e música suave. Passe a bexiga ou a esponja delicadamente pelo corpo dele, fazendo uma massagem suave com movimentos circulares.

PERCEPÇÃO CORPORAL

Tempo

De 15 a 30 minutos.

Espaço

Sala ampla ou jardim.

Idade

A partir de 1 ano.

Material

Colchonetes ou tapetes de vinil para colocar sobre o chão ou o gramado.

Objetivos

Relaxar; estimular o sentido do tato e o autoconhecimento corporal; e descobrir o prazer no movimento.

Descrição

Estimule as crianças a deitar em diferentes posições para perceber partes do corpo. Faça perguntas como: o que está encostando no chão? Quem está sentindo a perna? Quem está com o braço todo apoiado?

FAZ-DE-CONTA

Tempo

1 hora.

Espaço

Sala de aula ou área aberta.

Idade

A partir de 2 anos.

Material

Fantasias diversas, roupas do cotidiano de crianças e adultos, panos e retalhos de diversos tamanhos, chapéus, perucas, adereços, fantoches, blocos de espuma e almofadas.

Objetivos

Canalizar a agressividade natural para a experiência lúdica.

Descrição

Estimule a brincadeira com figuras como um lobo ou um monstro. No faz-de-conta, a criança enfrenta aquilo que gera medo – sentimento muito ligado à agressividade. Os outros materiais podem ser usados para fazer cabanas ou muros para se proteger. Entre na brincadeira sempre que sentir a necessidade de interferir, como no momento em que perceber algum conflito. As crianças devem expressar o medo e a agressividade, sem se machucar ou bater no outro.

ARTES VISUAIS

BRINCADEIRA DE MASSINHA

Tempo

De 10 a 20 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Idade

De 1 a 3 anos.

Material

Farinha, água, anilina comestível, copos e forminhas com desenhos variados.


Objetivos

Experimentar as transformações e a plasticidade do material, observar diferenças de cores e texturas.

Preparação

Faça a massinha em sala de aula, com a participação das crianças, misturando todos os ingredientes em uma tigela. Elas podem colocar a anilina, observando a mistura da cor na massa branca. Amasse bem até que fique boa para modelar. Conserve-a em um saco plástico para reutilizar outras vezes.

Descrição

Estimule as crianças a manipular a massa livremente, com ou sem o auxílio das fôrmas.

UM NOVO JEITO DE OLHAR

Tempo

De 10 a 20 minutos por dia, numa seqüência de vários dias.

Espaço

Sala de aula.

Idade

De 1 a 3 anos.

Material

Folhas grandes de papel kraft, giz de cera grande ou lápis de cor grosso.

Objetivos

Desenhar em diferentes ângulos e posições corporais, desenvolver a coordenação motora (dependendo da posição do papel, a criança terá de se deitar, inclinar, ficar de pé etc.), estimular a espontaneidade e a criatividade.

Descrição

A cada dia, prenda a folha de papel em um local e uma posição diferentes: sobre a mesa, na horizontal; na parede, na vertical; sobre uma rampa inclinada; embaixo da mesa, obrigando as crianças a se arrastarem para desenhar. O papel deve ser grande e colocado em local de fácil movimentação para permitir a participação coletiva.

ATELIÊ DE ARGILA

Tempo

De 20 a 25 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Idade

Entre 2 e 3 anos.

Material

Argila, tigelas, palitinhos de sorvete, água e papéis diversos.

Objetivos

Conhecimento sensorial, percepção do próprio corpo, observação da transformação dos materiais, estímulo do tato e do olhar.

Descrição

Distribua diferentes tigelas entre as crianças. Enquanto isso, você pode contar uma história, falando de onde veio essa argila, lembrando da terra molhada, criando um cenário com rio, peixes, jacarés... Dê um pouco de argila para cada uma e ponha um pouco de água nas tigelas. Mostre como a argila molhada vai ficando mais lisa e escorregadia enquanto a água da tigela vai se tingindo e virando lama. Pegue o palitinho e dissolva completamente a argila na água, observando que ela fica semelhante a uma tinta. Estimule as crianças a passar essa tinta no papel, na mesa e no próprio corpo, formando desenhos.

IDENTIDADE

ESCONDEU, ACHOU

Tempo

40 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Idade

De 1 a 3 anos.

Material

Panos coloridos e um espelho.

Objetivo

Trabalhar a memória, a antecipação, a percepção visual e a auditiva, princípios de distinção entre o “eu” e o “não eu”.

Descrição

Para realizar esta atividade, coloque as crianças em um espaço aconchegante (sobre colchonetes, por exemplo). Conduza a brincadeira de mostrar o rosto e encobri-lo com um pano. Depois de explorar bastante o esconde-esconde, entregue para os bebês os outros panos coloridos para que eles imitem a sua ação, estimulando-os com palavras. Uma variação desta atividade é colocar as crianças em frente ao espelho para que brinquem com a própria imagem. Esta proposta é importante nos primeiros anos de vida por estar relacionada à percepção do “eu”. Em frente ao espelho, a criança começa a reconhecer sua imagem e sua características físicas.

INTERAÇÃO

BRINCADEIRA COM MASSINHA

Tempo

30 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Idade

A partir de 1 ano.

Material

Massinha, feita com 1 xícara de farinha de trigo; 1/2 xícara de sal;1 colher (sobremesa) de óleo; 1 colher (sobremesa) de anilina de bolo e 1/2 xícara de água.

Objetivo

Favorecer a interação com o material e com o colega.

Preparação

Faça a massinha misturando todos os ingredientes em uma tigela. Amasse bem até que fique boa para modelar. Conserve-a em um saco plástico para reutilizar outras vezes.

Descrição

Divida a turma em grupos. Distribua as massinhas para que todos manipulem livremente, em mesas ou no chão. Observe se as crianças imitam a ação umas das outras. Em um segundo momento, sugira novas formas de manuseio e estimule a observação dos colegas, principalmente quando alguém criar uma nova maneira de usar o material. Você pode dizer, por exemplo: "Olha como o Henrique está apertando... A Sofia está fazendo uma cobrinha... vamos fazer também?".

PRÉ-ESCOLA

ADAPTAÇÃO

LEITURA DE HISTÓRIAS

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Cerca de uma hora.

Espaço

Biblioteca ou canto de leitura.

Material

Tapete e/ou almofadas e/ou tecido, livros com histórias que tenham relação com os sentimentos das crianças durante o período de adaptação.

Objetivos

Falar dos próprios sentimentos.

Preparação

Se a sua escola não tem uma biblioteca ou um canto de leitura, monte você mesmo o espaço em sua sala de aula. Providencie um tapete e almofadas para espalhar pelo chão e um pequeno acervo de livros.

Descrição

Reúna as crianças e leia histórias previamente escolhidas, de acordo com seu objetivo. Para falar de abandono, por exemplo, você pode contar João e Maria. Depois, se perceber que as crianças estão dispostas a falar, incentive-as a exprimir seus sentimentos.

FAZ-DE-CONTA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De uma a duas horas.

Espaço

Brinquedoteca ou sala de aula.

Material

Kits com objetos que alimentem o jogo simbólico. Exemplos de kits: carrinho de supermercado infantil com embalagens de alimentos ou produtos de higiene pessoal e limpeza, todos limpos; fantasias; maleta com ferramentas que imitem as utilizadas em oficinas mecânicas; caixa com utensílios de cozinha; bolsa com escovas e pentes de cabelo, potes de creme e xampu.

Objetivos

Brincar com os colegas e expressar os sentimentos quanto ao processo de adaptação por meio de diferentes papéis.

Descrição

Coloque os kits espalhados em diferentes pontos da sala. Deixe as crianças explorarem os kits, escolhendo livremente os papéis que pretendem desempenhar e os colegas com quem desejam brincar. Acompanhe atentamente o enredo das histórias criadas durante a brincadeira. Você pode perceber se elas expressam sentimentos relacionados ao período de adaptação e ajudá-las posteriormente, ao planejar outras atividades.

CANTINHOS DE BRINCADEIRA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De 1 a 2 horas.

Espaço

Sala de aula.

Material

Indicado depois de conversa com os pais.

Objetivo

Adquirir segurança por meio da vivência do que já é conhecido.

Descrição

Pergunte aos pais das crianças quais são as brincadeiras de que elas mais gostam. Depois desse levantamento, agrupe as atividades que mais se assemelham às mencionadas em cantos distintos espalhados pela sala. Exemplo: num espaço, você pode colocar mesinhas com papéis e lápis para desenhar, deixando que se reúnam lá as crianças que gostam desse tipo de atividade. Em outro canto, agrupe carrinhos de brinquedo; no meio da sala, ponha bonecas. As crianças procurarão as atividades a que estão acostumadas em casa, sentindo-se seguras. Pode-se também, simultaneamente, apresentar uma nova atividade num outro lugar da sala.

ARTES VISUAIS

DESENHO EM ESCALA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De 15 a 30 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Material

Papéis, lápis preto, borracha, lápis de cor.

Objetivos

Refletir sobre a própria produção artística, organizando pontos, linhas e traçados no papel; e desenvolver visão espacial e noções de proporção.

Descrição

Peça às crianças que cada uma faça um desenho. O tema é livre. Com as produções prontas, proponha que copiem seus próprios desenhos em escala maior ou menor. Para isso, ensine a elas como ampliar ou reduzir utilizando um papel quadriculado.

ARTE DA OBSERVAÇÃO

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De 15 a 30 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Material

Diferentes tipos de papéis, canetas ou tintas, reproduções de obras de artistas.

Objetivos

Desenvolver a percepção e a capacidade de representação de figuras, estimular a imaginação, a memória e a criatividade.

Descrição

Convide as crianças a criar uma obra de arte com base em um modelo. Pode ser a cena de um filme, uma paisagem, um objeto presente em sala de aula ou, mesmo, detalhes do próprio corpo, como o formato dos pés e das mãos, por exemplo. Destaque o fato de que a representação artística é diferente de uma foto; mostre exemplos de temas retratados de formas e em estilos bastante diferentes por vários artistas. Depois, exponha os trabalhos da turma num varal ou numa parede da sala de aula e converse com o grupo sobre o resultado final, destacando (e valorizando) as diferenças nas várias formas de ver e representar a realidade.

AUTONOMIA

PÁTIO ARRUMADINHO

Idade

5 anos.

Tempo

30 minutos, duas vezes por semana, durante o ano todo.

Espaço

Sala de aula e pátio.

Material

Sacos de lixo, cestas e caixas.

Objetivos

Compartilhar a responsabilidade pelos espaços comuns, mover-se com autonomia e preservar o espaço escolar.

Descrição

Convide as crianças a voltar para o pátio depois do recreio. Peça a elas para observarem como ficou o espaço, se há objetos fora do lugar e quais são, se há lixo jogado no chão etc. Volte para a sala e converse com a turma sobre o que foi visto. Discuta com o grupo a possibilidade de criar uma rotina para que o pátio esteja organizado e limpo no final de cada recreio. Proponha às crianças que formem pequenos grupos responsáveis pela manutenção do espaço depois de todos irem embora. Em seguida, a turma recolhe os objetos encontrados e os guarda em uma caixa de achados e perdidos que fica exposta na escola ou passa pelas salas contando o que encontraram e perguntando quem são os donos dos brinquedos perdidos. Nesse momento, eles contam aos colegas das outras salas sobre a preocupação com o espaço externo e aproveitam para compartilhar idéias para mantê-lo organizado e limpo. É importante que este seja um trabalho que se estenda pelo ano todo, pois os valores precisam de tempo para serem interiorizados.

CANTINHOS


Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

No mínimo duas horas, duas vezes por semana, o ano todo.

Espaço

Sala de aula.

Material

Caixas de papelão, cola, tesoura, giz, barbante, papel, tinta, pincel, lápis de cor, fantasia, maquiagem, jogos, gibis etc.

Objetivos

Exercer a possibilidade de escolha e tomar decisões; aprender a planejar e refletir sobre as próprias escolhas; e formar critérios de escolha.

Descrição

Organize a sala em espaços com diferentes propostas, como: pintura, leitura, jogos de tabuleiro, faz-de-conta (com fantasias, maquiagem e utensílios), sucatas (com caixas de diferentes tamanhos, barbante, cola, giz, tecido, papéis variados). Converse com as crianças sobre as diferentes propostas organizadas na sala e pergunte a elas o que gostariam de fazer em cada um dos espaços montados. Escute o que elas falam. Você pode sugerir novas idéias ou pedir que outras crianças auxiliem o colega em seu planejamento. A seguir, proponha a elas usar os espaços colocando em prática tudo aquilo que imaginaram. Se achar que necessitam de ajuda para se organizarem nos diferentes espaços, proponha um rodízio ou avise que elas terão a oportunidade de explorar as diferentes oportunidades em outros dias. Deixe as crianças interagirem entre si e com os materiais dispostos. Aproveite para observar a iniciativa de cada uma. Com base em suas observações, faça intervenções individuais ou nos pequenos grupos auxiliando as crianças a colocar em prática seus desejos e idéias ou mesmo ajudando-as a resolverem conflitos. Ao final do tempo previsto, convide todos a se sentar em roda e compartilhar com os colegas aquilo que fizeram, as dificuldades que encontraram, o que descobriram.

CANTOS

CANTO DA TECNOLOGIA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De 15 a 20 minutos por dupla ou trio.

Espaço

Sala de aula.

Material

Computador, softwares variados, impressora e papel.

Objetivos

Aprender a utilizar um computador, desenvolver a autonomia, a cooperação, a solidariedade e a linguagem oral e escrita.

Descrição

Comece apresentando o computador às crianças ou deixando quem já conhece a máquina falar. Ouça o que todos têm a dizer e responda às principais dúvidas do grupo. Em seguida, organize o tempo de uso do micro (por meio de rodízio, listas de usuários etc.). Explique os cuidados necessários para lidar com ele. Nas primeiras vezes, o ideal é organizar grupos pequenos. Como são as crianças que escolhem qual software querem usar, os materiais devem estar sempre à mão. O computador também pode funcionar como um banco de dados, com as informações do dia anterior armazenadas e acessadas pelas crianças com ou sem a sua ajuda. Essas ações facilitam a organização do trabalho do grupo. Os ajudantes do dia podem ser responsáveis por ligar o computador e digitar os lembretes para a próxima aula e a rotina do dia. Se possível, o ideal é imprimir esse material e distribuí-lo para todo o grupo. No fim da atividade, estimule as crianças a contar para os colegas o que aprenderam naquele dia.

DIVERSIDADE

DESFILE DE PENTEADOS

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Duas aulas.

Espaço

Sala de aula, pátio ou jardim.

Material

O livro As Tranças de Bintou (de Sylviane Diouf, Ed. Cosac Naify), pentes, escovas, laços, elásticos, tiaras, gel, água, piranhas, grampos, tinta spray de cabelo etc.

Objetivos

Trabalhar a auto-estima e perceber que há beleza em todos os tipos físicos.

Descrição

O livro As Tranças de Bintou conta a história de uma menina negra que queria crescer para poder usar tranças como suas parentes mais velhas. Leia a história de Bintou para as crianças e aproveite o gancho para propor a idéia do desfile de penteados. Nesta proposta, cada uma escolhe o penteado que tem vontade de fazer. As crianças devem ser estimuladas a trazer os materiais necessários e a comunidade pode ser convidada a participar da atividade ajudando com a mão-de-obra. Um cabeleireiro pode ser um convidado especial, por exemplo. Depois de feitos os penteados, as crianças desfilam exibindo suas produções para a turma.

JOGANDO PETECA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Várias aulas.

Espaço

Sala de aula e pátio.

Material

Jornal, serragem, plástico, fita crepe ou fita adesiva, elástico e penas coloridas.

Objetivos

Desmitificar a imagem estereotipada do índio e perceber quanto da cultura indígena existe no cotidiano brasileiro.

Descrição

Na língua tupi, peteca significa estapear, golpear. A explicação do significado da palavra e a confecção das petecas (veja explicação abaixo) introduzem a aula sobre a cultura indígena brasileira. Enquanto as crianças fazem o brinquedo, você comenta hábitos indígenas incorporados à cultura brasileira. Um índio pode ser o convidado especial, para contar a história de seu povo e curiosidades sobre seus hábitos e costumes. Depois que as petecas estiverem prontas, leve a garotada ao pátio para brincar.

Como fazer a peteca:

A base pode ser uma bola de folhas de jornal amassadas e recheadas com serragem. Para que ela dure mais, encape com plástico. Antes de fechar, coloque algumas penas coloridas. Use elástico, fita adesiva ou fita crepe para amarrar a bola.

LIMITES



UMA TRILHA DIFERENTE



Idade

5 anos.

Tempo

30 minutos (somente para o jogo).

Espaço

Sala de aula ou pátio.

Material

Cartolina ou papel-cartão colorido e canetas hidrográficas de diversas cores (para a confecção do tabuleiro), dado, materiais diversos para a confecção dos pinos personalizados (massinha, EVA, espuma, cartolina, cortiça etc.), tesoura, cola e fita crepe.

Objetivo

Aprender a elaborar e respeitar regras que façam sentido para todos os integrantes do grupo.

Descrição

Apresente um jogo de trilha que sirva de modelo para as crianças. Discuta com elas que regras o novo jogo terá (por exemplo, em que ocasiões se pode pular duas casas, ficar uma vez sem jogar, voltar ao início, jogar o dado novamente etc.), qual o formato e o tamanho da trilha, as cores E a ordem das de casas, entre outros itens. Peça para todos escolherem de que etapa da construção do jogo participarão: recorte de cartolinas, elaboração das letras e números que integrarão cada casa, colagem dos materiais, construção do próprio pino com o material que desejar. Pronta a trilha e o pino de cada um, combina-se o critério para a ordem dos jogadores na partida, com base também nas sugestões da turma (ordem alfabética, valor do dado etc). O jogo inicia com a primeira criança jogando o dado e seguindo pelo tabuleiro com seu pino até a respectiva casa. A criança seguinte faz o mesmo e assim por diante. Quem chegar em primeiro lugar ao fim da trilha vence a partida.

LINGUAGEM ESCRITA

TEXTOS INFORMATIVOS

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Uma vez por semana, durante quatro meses.

Espaço

Sala de aula.

Material

Diversos textos informativos sobre um tema de interesse das crianças, revistas e jornais velhos, cola, tesoura, lápis ou canetas e papéis.

Objetivo

Conhecer e escrever textos informativos; produzir oralmente com finalidade de escrita e comunicar aos colegas de escola e à comunidade informações adquiridas em estudo.

Descrição

Reúna a turma sentada em roda e leia diversos textos informativos sobre um assunto de interesse do grupo. Depois que as crianças já conhecerem várias coisas sobre o tema, serão capazes de selecionar figuras nas revistas e nos jornais velhos para compor o trabalho e de ditar (ou escrever, dependendo do que já sabem sobre a escrita) as informações que acham mais importantes.


NOMES EM JOGO

Idade

5 anos.

Tempo

Diariamente

Espaço

Sala de aula

Material

Caça-palavras e Cruzadinha – folhas de caderno, caneta esferográfica e lápis; Forca – giz e quadro; Memória – Pedaços quadrados de papel-cartão com 6 centímetros de lado, caneta hidrográfica preta, lápis de cor ou fotos 3x4 de cada criança.

Objetivo

Ler e a escrever usando os nomes próprios por meio de jogos.

Descrição

Caça-palavras

Em uma folha de caderno, escreva com letra bastão maiúscula os nomes das crianças na horizontal e na vertical. Não vale colocar na diagonal e nem escrevê-las de trás para frente. Preencha os espaços em branco aleatoriamente com outras letras. Faça uma lista com os nomes que as crianças devem achar. Tire cópias suficientes para todos, distribua e peça para descobrirem os nomes no emaranhado de letras.

Cruzadinha

Calcule quantos espaços serão necessários para escrever o nome de um de seus alunos e desenhe em uma folha de caderno, na horizontal, os quadradinhos correspondentes. Por exemplo: para escrever Pedro, serão necessários cinco quadrados. Pense em outra criança que tenha no nome uma letra igual ao da primeira. Por exemplo, Daniela. Desenhe na vertical, a partir da letra “d” de Pedro, seis quadradinhos. Faça o mesmo com outros nomes. Numere cada seqüência no diagrama e, em uma coluna ao lado, indique os números e os nomes que você quer que as crianças escrevam nos quadrinhos. Vale também dar algumas características dos donos dos nomes conhecidas pelo grupo. Tire cópias e distribua.


Forca

Esse jogo deve ser feito coletivamente. Você pensa no nome de alguém da turma e desenha uma linha pontilhada com um número de traços correspondente ao de letras desse nome. Ao lado, desenha uma forca. As crianças chutam quais letras podem compor o nome. Quando acertam, você põe a letra no lugar. Quando erram, você desenha uma parte do corpo de um boneco pendurado na forca. Quando ele estiver completo, significa que a classe perdeu e você ganhou. Quem adivinhar a palavra primeiro vai para o quadro propor um novo desafio.

Memória

Distribua dois cartões em branco para cada criança e peça que ela escreva o próprio nome em ambos. Se houver integrantes da turma que ainda não sabem escrever, dê um modelo para que copiem. Cada um escreve o próprio nome nos dois cartões e desenha um auto-retrato ou cola a própria foto em um dos cartões. Recolha os cartões, divida a classe em grupos e redistribua o material. Cada grupo deve receber os cartões com seus nomes. As crianças embaralham os cartões virados para baixo e escolhem quem inicia a partida. Cada jogador deve, na sua vez, localizar o par. Ganha quem terminar o jogo com mais pares descobertos.

MOVIMENTO

CIRCUITOS E PERCURSOS

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

De 30 minutos a 1 hora.

Espaço

Sala de aula ou pátio.

Material

Pneus, caixotes, cordas, barbantes, bambolês, bancos, mesas, cadeiras, colchonetes, tocos de madeira, blocos de espuma ou papelão, panos grandes, túneis de pano.

Objetivos

Encontrar soluções corporais para os desafios propostos no percurso ou circuito; experimentar novas formas de deslocamento em espaços diferenciados (alongando-se, abaixando, arrastando, puxando, rolando, segurando, apoiando etc.); desenvolver os aspectos motor, social e cognitivo.

Descrição

Você e as crianças organizam os diferentes materiais, montando o percurso em seqüência ou na forma de labirinto. Crie passagens secretas, trechos com larguras e alturas limitadas etc. Terminada a tarefa, as crianças começam a percorrer o percurso construído.


MÚSICA

FINGIR DE ESTÁTUA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Uma aula.

Espaço

Sala de aula, pátio ou jardim.

Material

Um tocador de fitas ou de CDs e fitas ou CDs variados.

Objetivo

Trabalhar o contraste entre som e silêncio.

Descrição

Você fica no controle do aparelho de som. Enquanto a música toca, as crianças devem caminhar ou dançar – pode ser ou não no ritmo da música. Quando a música pára, elas também param imediatamente do jeito que estão e ficam sem se mexer até a música recomeçar.


NATUREZA E SOCIEDADE


A MODA, ONTEM E HOJE

Idade

5 anos.

Tempo

40 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Material

Imagens de diferentes épocas mostrando a indumentária dos brasileiros.

Objetivos

Investigar o assunto moda no Brasil.

Descrição

Peça para as crianças organizarem as imagens por ordem cronológica, começando por aquelas que elas acreditam serem as mais velhas, até chegar as atuais. Observe o que elas conversam enquanto manuseiam as ilustrações. Pergunte por que acham que há diferenças de estilo no decorrer do tempo. A conversa pode chegar a questionamentos como: quem inventa formas de se vestir? De onde vêm as idéias para as roupas, estampas e adornos? Se a moda é uma forma de nos apresentarmos para o mundo, pergunte se podemos dizer que ela sempre existiu.

VIAGEM NO TEMPO

Idade

5 anos.

Tempo

50 minutos.

Espaço

Sala de aula.

Material

Livros e revistas com imagens da moda brasileira; cópias ampliadas e em preto e branco de fotos 3x4 das crianças; molde de boneco de papelão; papéis, tesouras, canetas hidrográficas de diversas cores, lápis colorido e giz de cera; sacos plásticos ou caixas de sapatos.

Objetivo

Utilizar o desenho de observação no contexto das pesquisas.

Descrição

Cada criança faz um molde de boneco, recortando o papelão e cola a cópia de sua foto 3x4 no rosto do boneco. Depois, cria diversas roupas de papel para ele, tendo como referência os estilos de vestuários pesquisados nas atividades anteriores. Levar o que a turma produziu para fora de sala é uma forma de circular o conhecimento.

ENTREVISTAS SOBRE MODA

Idade

5 anos.

Tempo

50 minutos a duas horas.

Espaço

Sala de aula e locais relacionados à moda, tais como brechós, ateliês, editoras, fábricas de tecidos, estamparias e bibliotecas especializadas no assunto.

Material

Gravador, fita cassete, pranchetas, lápis e papel (para anotação), máquina fotográfica ou câmera de vídeo.

Objetivos

Ampliar a noção de moda.

Descrição

Prepare com as crianças um roteiro do que querem saber. Escolha alguns lugares para visitar onde a turma poderá responder às questões levantadas. Conte um pouco sobre cada entrevistado e o lugar que será visitado. Reserve gravadores ou câmeras de vídeo para registrar o trabalho, que poderá ser revisto. Durante a conversa com os profissionais, ajude as crianças a seguir o roteiro feito e a aproveitar ao máximo as contribuições dos entrevistados. Após a visita, é interessante que a turma produza algum tipo de registro próprio. Os novos conhecimentos podem ser anotados em painéis informativos expostos em local acessível a toda a comunidade escolar.

SEXUALIDADE

BRINCADEIRA A CASA

Idade

A partir de 4 anos.

Tempo

Uma aula.

Espaço

Sala de aula.

Material

A música A Casa, de Vinicius de Moraes.

Objetivo

Levar você a detectar indícios de que alguma criança esteja presenciando cenas fortes ou sofrendo abuso ou violência sexual.

Apresente a música de Vinicius de Moraes à turma, estimulando a garotada a cantar e discutir a letra (“Era uma casa muito engraçada / Não tinha teto não tinha nada / Ninguém podia entrar nela não / Porque na casa não tinha chão / Ninguém podia dormir na rede / Porque na casa não tinha parede / Ninguém podia fazer xixi / Porque pinico não tinha ali / Mas era feita com muito esmero / Na rua dos bobos, número zero”). Peça às crianças para contar como é a casa delas e perceba se elas contam que presenciam cenas de carícia íntima. Se for o caso, compartilhe com o coordenador pedagógico de sua escola para que os pais sejam chamados e orientados.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Algumas perguntas e respostas sobre o autismo...

O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.



DEFINIÇÃO DA AUTISM SOCIETY OF AMERICAN – ASA (1978)

Autism Society of American = Associação Americana de Autismo.

O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença.


Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo. Incluem:

1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas.

2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.

3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras sem associação com o significado.

4. Relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não usados de maneira devida.


Fonte: Gauderer, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Revinter; 1997. pg 3.


DEFINIÇÃO DO DSM-IV-TR (2002)

O Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses. As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo.


DEFINIÇÃO DA CID-10 (2000)

Autismo infantil: Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: a) um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos, e b) apresentando uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha comumente de numerosas outras manifestações inespecíficas, por exemplo: fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou agressividade (auto-agressividade).

Fonte: http://www.autismo.com.br

Algumas perguntas e respostas sobre o autismo

Perguntas e respostas sobre: Autismo

O que é Autismo?

Autismo é uma doença grave, crônica, incapacitante que compromete o desenvolvimento normal de uma criança e se manifesta tipicamente antes do terceiro ano de vida. Caracteriza-se por lesar e diminuir o ritmo do desenvolvimento psiconeurológico, social e lingüístico. Estas crianças também apresentam reações anormais a sensações diversas como ouvir, ver, tocar, sentir, equilibrar e degustar. A linguagem é atrasada ou não se manifesta. Relacionam-se com pessoas, objetos ou eventos de uma maneira não usual, tudo levando a crer que haja um comprometimento orgânico do Sistema Nervoso Central.



É uma doença de fundo orgânico ou emocional?

Antigamente, supunha-se uma causa orgânica, mas com o avanço da literatura psicanalítica surgiu a hipótese de que os pais seriam, de certa maneira, os causadores desta problemática. Atualmente, esta teoria caiu totalmente em desuso devido à enorme gama de estudos científicos, documentando um comprometimento orgânico neurológico central. O tratamento está, obviamente, centrado nestas novas descobertas, conforme os artigos incluídos neste livro. Esta mudança nos conceitos obriga a uma reformulação teórica, difícil de ser aceita por certos grupos que até então detinham o controle e o poder de tratamento destas crianças e que se vêem ameaçados com estas novas descobertas. É importante que os pais tenham conhecimentos atualizados para poderem questionar ou escolher o tratamento adequado para seus filhos.

E os pais têm culpa?

Antigamente, a literatura psicanalítica formulava a hipótese de que os pais eram esquizofrenogênicos; ou do tipo "frio" e causadores da problemática de seus filhos. Hoje em dia, este conceito não é aceito, documentando-se nestas crianças, conforme já foi mencionado, um comprometimento orgânico-neurológico central. É claro que nenhum pai quer por vontade própria ter um filho doente ou lesado. É claro, também, que existem situações onde os pais interferem na evolução adequada dos filhos, mas isto não ocorre no Autismo e o diagnóstico diferencial é bastante fácil.

O autismo tem cura?

A grande maioria dos estudiosos sobre autismo ainda afirma que o autismo não tem cura. Existe um grande número de casos de autistas com um nível de recuperação muito satisfatório, muitos deles tendo concluído um curso superior ou se casado, mas mesmo nestes casos não se fala em cura, pois muito embora algumas pessoas temham conseguido um desenvolvimento considerado excelente, as suas características de autismo permanecem por toda a vida.

O que os pais podem fazer de objetivo para ajudar o seu filho ou a si próprios?

Inicialmente, apesar de todo o sofrimento emocional eles devem encarar e enfrentar o problema de frente. Como? Procurando ajuda profissional especializada, competente, atualizada e séria.

Como eles podem avaliar isto?

Perguntando, solicitando informações de outros e, obviamente, também do profissional. Em outras palavras, nada de cerimônias. Está em jogo o tratamento do seu filho. Além disto, devem estar em contato com outros pais para troca de experiências e vivências e com isto evitar a repetição de dificuldades, erros ou problemas. A criação de uma Associação de Pais e Amigos de Crianças Autistas tem surtido bons efeitos em outros países, e à semelhança da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) pode permutar conhecimentos, pesquisas e avanços nesta área. É crucial uma informação adequada dos pais sobre esta doença. Estas associações dão também uma sensação de coesão e meta, com isto podendo-se pressionar órgãos governamentais visando aos interesses destas crianças. Pode-se, também, levantar fundos junto a empresas e pessoas físicas para ajudar os menos favorecidos. A vantagem global da participação dos pais nestas atividades é que isto lhes dá a sensação de estar fazendo algo e não apenas esperando alguém fazer algo por eles. Isto lhes mitiga a sensação de impotência e inadequacidade. Também é importante a publicação de literatura específica e periódica, assim como o convite de especialistas para a troca de vivências e atualização.

Existe tratamento?

Sim, e este vem evoluindo a cada ano que passa, não só na área escolar como também médica. Em linhas gerais, a abordagem destas crianças é semelhante à do deficiente mental grave, usando-se técnicas comportamentais visando a induzir uma normalização de seu desenvolvimento e lhes ensinando noções básicas de funcionamento, tais como vestir, comer, higiene etc. São utilizadas, também, técnicas especiais de educação detalhadas em grande profundidade neste livro. O uso de medicamentos, tentando normalizar processos básicos comprometidos, está sendo investigado, como é o caso da fenfluramine. O uso de medicação sintomática, para tentar controlar melhor o comportamento destas crianças, tornando-as mais fáceis de tratar com técnicas escolares e comportamentais, está muito desenvolvido. O resultado final é muito mais favorável, atualmente, do que há algum tempo atrás.

O autismo piora com o tempo?

O autismo não tem caráter progressivo, mas o desenvolvimento do quadro associado a fatores de idade e crescimento varia bastante. Alguns autistas apresentam um aumento nos problemas de comportamento principalmente ao entrar na adolescência; problemas anteriores podem exacerbar-se agravados ainda pelo crescimento físico.Há relatos de aparecimento de crises epilépticas nesta fase. A maioria dos estudiosos acredita que o autista, ao atingie a idade adulta, tende a apresentar melhora no quadro geral de comportamento. Um aspecto bastante curioso é que as pessoas autistas tendem a parecer sempre mais jovens do que realmente são.

Meu filho não fala.Quanto mais eu falar com ele mais depressa ele vai aprender a falar?

Na verdade, não. Uma criança autista em geral tem uma compreensão bastante restrita da linguagem. Se a criança tem nível funcional baixo, deve aprender a se comunicar de forma análoga á que um estrangeiro aprende uma nova língua: em pequenos passos, com refências concretas e muitas repetições. Se a criança é ecolálica ( repete palavras ou frases anteriormente ouvidas), quanto mais falarmos com els, mais material de repetição estaremos fornecendo, e estaremso aumentando a defasagm entre linguagem e comunicação. Ecolalia não é comunicação. Não basta saber falar para se comunicar.

Em crianças autistas com inteligência normal, o processo de aquisição da linguagem, de uma forma geral precisa de muito apoio, pois, diferentemente do que ocorre entre o uso das palavras e a compreensão de seu significado.

Até que idade posso ainda ter esperança que meu filho venha a falar?

Em autismo é quase impossível afirmar-se categoricamente alguma coisa, pois sempre correremos um grande risco de errar. Contudo, há casos de crianças autistas de alta nível de funcionamento que começam a falar as primeiras palavras perto dos quatro anos de idade e passam a dominar a comunicação verbal em tempo relativamente curto. Há relatos de casos de crianças que iniciaram o processo da fala aos sete anos de idade, mas isto não é o usual, e alguns pais se agarram a estes casos de aparecimento tardio da fala sempre na esperança de que os filhos venham a falar a qualquer momento.

Isto não é bom, pois,quando os filhos não falam, os páis acabam se frustrando e desviando a atenção de intervenções importantes que poderiam ser efetuadas.

O principal problema de crianças de nível de funcionamento mais baixo, em relação à comunicação, está na falta de intenção de se comunicar, e não tanto na ausência de linguagem verbal. É também bastante comum que crianças autistas, independentemente de seu nível de desenvolvimento,apresentando uma linguagem verbal bastante fluente, não tenham uma compreensão clara do mecanismo de causa e efeito envolvido na comunicação, e não saibam, por exemplo que se faz uma pergunta com o intuito de receber uma resposta ou que quando temos problemas podemos pedir ajuda utilizando as palavras.

Iniciar um processo de comunicação alternativa tem sido uma prática cada vez mais comum, pois, ao contrário de que muitas pessoas pensavam , a introdução de uma comunicação alternativa, por exemplo o PECS, tem ajudado o desenvolvimento da linguagem verbal, nos casos em que isto é possível, contribuindo na organização do pensamento e na percepção de que o ato de comunicar-se pode ter consequências.

Como a educação pode ajudar uma criança autista?

A educação é uma das maiores ferramentas para ajudar uma criança autista em seu desenvolvimento, para não dizer até que é a maoir delas.Atualmente existem algumas variações de abordagens masi utilizadas para o ensino especial de crianças autistas, mas a maioris delas concorda nos ponto fundamentais.

Na maioria dos métodos de educação especializados para a criança autista,inicia-se por um processo de avaliação para poder selecionar os objetivos estabelecidos por área de aprendizado. A forma de levar a criança aos objetivos propostos varia conforme o método adotado, mas na grande maioria dos métodos a seleção de um sistema tem tanta importância quanto as estrátegias educacionais adotadas.

A educação vista desta forma tem como meta ensinar tanto matérias acadêmicas quanto coisas que outras crianças costumam aprender através da própria esperiência, como comer e vestir-se e forma independente.

Como reconhecer se uma terapia está realmente auxiliando meu filho?

Uma regra que simplifica bastante as coisas é: "Sempre que for tentar alguma coisa nova, tente-a sabendo claramente o porquê".Isto se você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você terá como avaliar a eficiência desta terapia.

Por exemplo, tomemos a comunicação como base do raciocínio. Se alguem lhe disser que com determinado tratamento a comunicação de seu filho vai melhorar, é importante perguntar a esta pessoa o que ela entende por comunicação, de que maneira isto vai melhorar em seu filho e, por último, em que consiste o tratamento.

Sempre que alguem tenta colocar limites no meu filho, ele grita e fica muito nervoso. O que fazer?

Se o seu filho é autista é importante que você analíse bem esta importante questão.Em primeiro lugar, é necessário reconhecer a importância de colocar limites, e isso às vezes é muito difícil para qualquer pessoa.

Mas atenção, não tente colocar todos os limites ao mesmo tempo, porque na maioria das vezes é impossível. Faça uma lista dos comportamentos que precisam de limites,estabeleça prioridades e aposte na coerência.

A resistência à tentativa de colocação de limites é normal, mas o mais frequente é que esta resitência diminua e a criança passe a adotar rapidamente padrões mais adequados de comportamento.

Como interagrar uma criaça autista comprometida?

De forma geral, a integração social de uma pessoa autista não é um empreendimento fácil,porque envolve a tarefa de colocar em um meio social não preparado uma pessoa ( autista ) de comportamentos estranhos e desconhecidos para todas as outras pessoas.

Muitas pessoas acham que a sociedade deve aprender a conviver com a diferença mesmo que iste implique algumas vezes em pssar por situações constrangedoras.

Talvez uma forma de encarar este problem mais claramente seja vê-lo como um processo que envolve a educação tanto da pessoa autista como das demais pessoas envolvidas.Então veremos que o importante é começar selecionando prioridades e, dentro destas, começar pelas mais fáceis, e por períodos curtos de tempo, incrementendo o processo na medida em que ele se desenvolve.É bom lembrar que nível de dificuldade e duração ( tempo ) são dois fatores de igual importância e devem ser aumentados separadamente.

Que tipo de conteúdos escolares uma criança autista em grau leve pode chegar a acompanhar ou aprender?

Depende da criança também, é claro, do tipo de apoio que ela receber.Considerando uma criança autista,alfabetizada e acompanhando uma sala regular, é muito importante planejar apenas em curto prazo, enfrentando um pequeno desafio de cada vez.Assim é possível analisar o resultado de cada passo, dimensionar uma possível mudança de estratégia, recuar um pouco quando necessário e avançar masi no que for possível.

Planejar em longo prazo pode ser um erro muito comprometedor com este tipo de criança.Portanto, como em muitas outras coisas, devemos evitar a ansiedade e o exagero das expectativas.

Como agir com meu filho/filha autista, na vida familiar quotidiana?

A vida familiar costuma passar por uma violenta crise nos primeiros momentos que se seguem ao diagnóstico, mas em pouco tempo ele ntende a passar por algumas adaptações para acomodar-se à nova situação.

Um dos primeiros pontos, e um ponto importante, é que os membros da família têm que conviver uns com os outros. Provavelmente a pessoa com diagnóstico de autismo vai ter uma difuculdade adicional para compreender as regras sociais mais simples. Ao mesmo tempo em que a pessoa autista não vai saber preservar seu próprio espaçao, pode tender a invadir o dos outros.

Portanto, é muito importante tentar desde nuito cedo colocar claramente limites tanto para preservar o espaço da criança autista quanto dos demais membros da família.

Por que o atraso do desenvolvimento?

Não se sabe exatamente todas as causas que levam ao Autismo, conseqüentemente não se consegue explicar corretamente o porquê do atraso do desenvolvimento. Sabe-se, porém, que ele é devido a um comprometimento neurológico central, com alterações no funcionamento de enzimas que levam as células cerebrais a não funcionarem adequadamente, acarretando, quando comprometidas, problemas diversos. Muitas pesquisas têm sido feitas nesta área e descobertas importantes estão vindo à tona, para exatamente melhorar e acelerar este atraso de desenvolvimento.

As crianças com Autismo têm atraso mental?

Infelizmente, cerca de 70 a 80% apresentam uma defasagem intelectual importante. Cerca de 60% têm inteligência abaixo de 50 em testagens de QI, 20% apresentam um QI entre 50-70 e apenas 20% têm um QI acima de 70. A maioria mostra uma variação muito grande com relação ao que objetivamente podem fazer e oscilam muito de época para época. Não se sabe explicar exatamente o porquê da associação entre Autismo e deficiência mental, mas parece que o retardo mental está relacionado ao mesmo problema básico que gerou o Autismo. Por outro lado, por não conseguirem interagir adequadamente com o meio ambiente, aumentam ainda mais a sua defasagem intelectual.

Qual a incidência desta doença?

Ela é baixa, acontecendo em cinco entre dez mil crianças e é quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas. Ela pode ocorrer em toda e qualquer família, independente de seu grupo racial, étnico, sócio-econômico ou cultural.

Irmãos podem apresentar esta doença?

Outrora, não se acreditava que isto poderia ocorrer. Estudos mais recentes indicam que esta doença tem certas características de herança autossômica recessiva. Existe a possibilidade de um irmão apresentar algo semelhante. Porém, do ponto de vista prático, esta possibilidade é muito remota.

Qual a diferença entre Autismo e esquizofrenia?

Existem autores que consideram Autismo uma forma precoce de esquizofrenia (SCZ) infantil, outros são de opinião que constituem entidades diversas. Pessoalmente, acho que existem mais dados confirmando a hipótese de serem diferentes. O Autismo se manifesta antes dos três anos de vida, a esquizofrenia mais tarde. No Autismo o comprometimento é geral, inclusive motor, na esquizofrenia é especificamente na área do pensamento. O sentir também está alterado, mas, enquanto na SCZ só o relacionamento com pessoas não é adequado, no autista o problema é mais global e abrangente. A história familiar do autista não mostra, geralmente, outros parentes com problemas psiquiátricos, o que é muito comum na esquizofrenia. O autista tem um atraso mental, o esquizofrênico não. Em resumo, o autista é bem mais comprometido e "difícil" que o esquizofrênico. Esta diferenciação é importante quanto ao tratamento, pois a criança com Autismo e atraso no desenvolvimento evoluirá melhor com um tratamento combinando terapia comportamental e educação especial. Já a criança com esquizofrenia infantil, com alteração do pensamento e afeto, responderá melhor a uma associação de psicoterapia, medicação psicotrópica e terapia ambiental.

Como é a abordagem escolar?

Com o advento de técnicas especiais de educação para o deficiente mental, ocorreram mudanças dramáticas na capacidade de aprendizado de crianças em geral e, em particular, das crianças com deficiência mental. O enfoque atual é fazer com que estas crianças aprendam conceitos básicos para que funcionem o melhor possível dentro da sociedade. As escolas especializadas, atualmente, individualizam o tratamento para cada criança, tornando assim o aprendizado bem mais específico e eficiente.

Os autistas precisam de psicoterapia ou psicanálise?

De psicanálise não, uma vez que esta técnica visa a explorar o inconsciente e as motivações que aí ocorrem. Devido ao grau de lesão que apresentam, elas não se beneficiam desta abordagem, não dispondo de capacidade cognitiva para tal. Técnicas psicoterapêuticas, especialmente desenvolvidas para o deficiente mental, têm sido muito úteis para as crianças que apresentam problemas emocionais diversos. Esta abordagem visa a uma reeducação, facilitando o contato interpessoal e ajudando-as a aceitar melhor a problemática que têm, o que as levará a funcionar mais adequadamente dentro da mesma. É importante, porém, deixar bem claro que estas técnicas só funcionam quando o profissional tem treinamento específico nas mesmas e se sente motivado a ajudar. Além disto, o funcionamento intelectual cognitivo específico destas crianças tem que ser levado em consideração para se dimensionar adequadamente a terapia.

E os pais precisam de psicoterapia, psicanálise ou orientação?

Os pais que têm filhos com problemas sofrem. Isto é inevitável e sem exceção. E sofrem tanto mais quanto maior for a problemática do filho, a dificuldade de tratamento, a cronicidade do processo e também quanto maior for o seu nível de sensibilidade. Este sofrimento precisa ser abordado não só por razões humanitárias, mas, também, para que funcionem melhor como pais de filhos com problemas. Em outras palavras, esta criança precisa de ajuda de toda e qualquer ajuda e pais que tenham conseguido melhorar o seu funcionamento poderão fazê-lo muito mais eficientemente. Se isto não ocorrer, esta criança deficiente terá pais lhe dificultando ainda mais a vida.Em resumo, esta criança tem direito a pais saudáveis!!! Uma terapia ajuda neste sentido.

O que o psicoterapeuta faz ou pode fazer pelos pais?

O profissional ajuda os pais a compreenderem, discutirem, entenderem, além de trazer à tona sentimentos universalmente presentes em todos aqueles que têm filhos com problemas, ou seja, negação, culpa, frustração, impotência, ressentimento, raiva, rejeição, além de fantasias diversas. Ele ajuda a "trabalhar" estes sentimentos levando a uma aceitação dos mesmos como algo normal e com isto desenvolve-se uma sensação de alívio e de compreensão. Em resumo, de normalidade.

Somente um psicoterapeuta pode fazer este trabalho?

É claro que não. Uma pessoa realmente amiga, pais que já passaram por algo parecido, uma professora com vivência do problema, uma pessoa religiosa, por exemplo, podem ajudar e muito.O importante é existir neste "ombro amigo" carinho, compreensão e a capacidade de aceitar o sofrimento destes pais, de lhes orientar objetivamente sem críticas pejorativas ou jogo de culpa. A diferença destas pessoas para com o profissional é que este foi treinado para isto.

Qual a diferença entre uma psicoterapia, psicanálise e orientação?

Em linhas gerais, todas são técnicas que visam a ajudar um indivíduo, cada uma tendo as suas vantagens e limitações. Existem formas diversas de psicoterapias com "linhas" ou "escolas" diferentes, sendo a psicanalítica a mais divulgada e predominante no nosso meio. Poderíamos situar a psicanálise e a orientação em extremos opostos. A psicanálise, resumidamente, exige que todo o trabalho seja feito pelo paciente, que ele desenvolva uma capacidade de introspecção e auto-análise e que ele conduza a sua terapia trazendo temas e problemas. Já a orientação é direta e objetiva, visando, especificamente, aos problemas dos pais, "orientando-os" no manejo do dia-a-dia do filho, ensinando-lhes como lidar com situações variadas. Em resumo, de um lado a descoberta por si só, de outro o ensino, utilizando-se as mais diversas psicoterapias. O ideal seria que o terapeuta conhecesse e soubesse usar todas as técnicas ajudando, assim, mais abrangentemente o seu cliente. Em outras palavras, em vez de vender roupas prontas nas quais o freguês talvez não caiba, o bom seria o terapeuta ser um alfaiate que pudesse desenvolver uma terapia "sob medida", pois "cada caso é um caso" e apesar de semelhanças e generalidades o ser humano é único e exclusivo. O tratamento também deve ser assim.

Do ponto de vista medicamentoso o que existe de objetivo para tratar os autistas?

Infelizmente, ainda não existe nenhum medicamento específico para tratá-los, mas pesquisas diversas têm trazido resultados encorajadores como é o caso da fenfluramine, droga que interfere diminuindo o nível de serotonina, um neurotransmissor cerebral. Se ela se mostrar realmente eficaz, será o primeiro tratamento neurofarmacológico específico nesta entidade. Existem outros medicamentos não específicos, como os antipsicóticos ou tranqüilizantes maiores, como a thioridazine (Melleril), clorpromazina (Amplictil), halloperidol (Haldol), que atuam controlando certos sintomas de auto-agressão, acessos de raiva descontrolado e tornando a criança mais calma e manejável. Isto aumenta, indiretamente, o seu potencial de aprender e se desenvolver.

Não existe a possibilidade destas medicações sedarem ou doparem a criança?

Sim, se forem usadas excessivamente ou em doses altas demais, ou seja, inadequadamente. Conforme já foi dito, o uso de uma medicação do tipo "tranqüilizante maior" visa a exclusivamente controlar um certo comportamento como a agressividade, tornando a criança mais fácil de ser tratada por outras técnicas. A dosagem deve ser suficientemente alta para conter este comportamento e ao mesmo tempo baixa evitando a sedação, pois estando dopadas não se beneficiarão destas novas técnicas.

Qual a maneira adequada de utilizar certas medicações?

Os termos medicamentos "antipsicóticos" ou "tranqüilizantes maiores" são sinônimos. Os bons resultados dependem muito mais de quem os usa do que do tipo ou marca utilizada. O mais usado nos grandes centros é a thioridazine (Melleril) que no nosso meio vem apenas em comprimidos de 50 mg. Usa-se um a dois comprimidos por dia, inicialmente, observando-se a resposta terapêutica. Se não ocorrerem melhoras, aumenta-se a dosagem gradualmente de 50 mg de dois em dois ou três em três dias, podendo-se chegar a 400 mg por dia em uma criança de quatro a seis anos. Obviamente se tentará evitar, conforme já foi citado, efeitos colaterais desagradáveis, como sedação excessiva. É importante, também, ressaltar que a utilização de uma dosagem baixa sem os efeitos terapêuticos desejados é fútil, pois o paciente estará sujeito aos efeitos colaterais da medicação sem se beneficiar da mesma. De tempos em tempos, cerca de seis em seis meses, a redução da dosagem deve ser tentada, verificando-se a possibilidade de continuar o tratamento sem a utilização de medicamentos. Em outras palavras, quando utilizar uma medicação isto deve ser feito corretamente. Outra observação importante é o uso concomitante de outras abordagens ou técnicas que, se usadas adequadamente, tornarão a medicação mais eficiente.

O que os pais podem fazer de objetivo para ajudar o seu filho ou a si próprios?

Inicialmente, apesar de todo o sofrimento emocional eles devem encarar e enfrentar o problema de frente. Como? Procurando ajuda profissional especializada, competente, atualizada e séria.

Como eles podem avaliar isto?

Perguntando, solicitando informações de outros e, obviamente, também do profissional. Em outras palavras, nada de cerimônias. Está em jogo o tratamento do seu filho. Além disto, devem estar em contato com outros pais para troca de experiências e vivências e com isto evitar a repetição de dificuldades, erros ou problemas. A criação de uma Associação de Pais e Amigos de Crianças Autistas tem surtido bons efeitos em outros países, e à semelhança da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) pode permutar conhecimentos, pesquisas e avanços nesta área. É crucial uma informação adequada dos pais sobre esta doença. Estas associações dão também uma sensação de coesão e meta, com isto podendo-se pressionar órgãos governamentais visando aos interesses destas crianças. Pode-se, também, levantar fundos junto a empresas e pessoas físicas para ajudar os menos favorecidos. A vantagem global da participação dos pais nestas atividades é que isto lhes dá a sensação de estar fazendo algo e não apenas esperando alguém fazer algo por eles. Isto lhes mitiga a sensação de impotência e inadequacidade. Também é importante a publicação de literatura específica e periódica, assim como o convite de especialistas para a troca de vivências e atualização.

Estas crianças são ou podem ser felizes?

Todo ser humano tratado com carinho, amor e respeito sente-se querido e amado e, conseqüentemente, é feliz. Estas crianças não são exceção. As dificuldades que têm causam certos empecilhos para obter carinho, amor e respeito, mas se o adulto souber redimensionar a sua escala de valores estas crianças se tornam tão queridas quanto qualquer outra e serão felizes. Os pais, por sua vez, passarão a vivenciar esta mesma sensação. O inverso também é verdadeiro. Pais saudáveis e bem equacionados, que souberam reavaliar expectativas e sonhos em relação ao filho, poderão ser felizes e com isto lhes transmitir esta sensação.

Em resumo, pais de autistas podem ser bem ajustados, satisfeitos consigo, estar de bem com a vida e ensinar isto ao seu filho que lhes retribuirá esta sensação.

Como evoluem estas crianças?

O Capítulo Revisão Crítica da Literatura discute este aspecto em detalhe e merece especial atenção, uma vez que este assunto é pouco discutido com os pais.

Qual é o prognóstico destas crianças?

Exatamente por esta questão ser básica para os pais e familiares de autistas transcrevemos os trabalhos mais atuais sobre este assunto, assim como o pensamento dos maiores pesquisadores nesta área, na parte inicial deste livro. Não faço um resumo, pois "cada caso é um caso" e é fundamental os pais terem um bom e sólido conhecimento teórico sobre esta síndrome.

Qual o médico mais indicado para diagnosticar uma criança autista?

Como o autismo é diagnosticado através do comportamento, é importante que o médico tenha experiência anterior com crianças autistas. Um médico competente e honesto, sem conhecimento sobre autismo, pode ajudar a família apontando comportamentos estranhos e inducando um bom especialista.

Fonte: http://www.portalsaudeevida.com.br/site/SecaoDuvidasFrequentes/materia.php?id=54

Esses vídeos abaixo são bem interessantes, e faz um resumo do que acabaram de ler.


Algumas atividades que podem ser feitas com crianças autistas para estimulá-las


• Em todas as brincadeiras, os olhos do adulto deverão estar no mesmo nível do olhar da criança.

• “Vou pegar você” - brincar de “pegar”, fazer cócegas, abraçar. Repetir várias vezes e parar. Se a criança , de alguma forma, pedir que o adulto repita a brincadeira, o adulto deve repetir.

• Imitar a ação da criança , usando dois brinquedos iguais (carros, chocalhos, objetos que rolem) . No início, fazer o movimento ao mesmo tempo que a criança, depois em turnos.

• Soprar bolas de sabão

• Pião – demonstrar para a criança, repetir, parar, esperar que ela peça por mais. No início, aceitar qualquer tentativa de comunicação.

• Brinquedos com sons / luzes – deixar a criança explorar, depois brincar com ela, em turnos.

• Fantoches de animais – o adulto deve fazer uma voz diferente; imitar o som do animal; dizer o nome do animal. O fantoche beija a criança, abraça, se esconde, dá tchau, bate palmas.

• Músicas - aproveitar o interesse da criança e dançar com ela, segurando suas mãos, pulando, balançando, imitando os movimentos dela ( se a criança mais tarde imitar os seus, ótimo !).

• Bola – jogar ou rolar para a criança e ensiná-la a jogar/ rolar a bola de volta (talvez sejam necessários dois adultos) . Quando ela souber jogar para outra pessoa, jogar outros brinquedos, como carrinhos.

• Livro - mostrar figuras , apontando para a figura e para a criança, sucessivamente.

• Surpresa! – coloque vários objetos/ brinquedos num saco e ao retirá-los, exagere a surpresa. Quando a criança se interessar, ela e o adulto retiram em turnos.

• Surpresa! 2 - esconda objetos/brinquedos pela casa e procure-os com a criança. Quando encontrá-los, exagere a surpresa.

• Imitar a criança em brincadeiras menos óbvias ( aqui também são necessários dois objetos ) : falar ao telefone, colocar o boné, colocar um objeto na cabeça, pentear o cabelo, brincar de “comidinha”etc.

• Brincar com bonecos – dar comida, banho, pentear, colocar para dormir, sentar na cadeira, entrar na casa, sair etc. (retirado do site: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com)

Encontrei esta postagem sobre o autismo, no blog Meus trabalhos Pedagógicos e resolvi publicar pois é um assunto extremamente delicado, que acarreta em si muitas dúvidas e também há pouca informação sobre o tema.

Como professora, o que sei sobre o autismo é quase nada, mas aprendi a lidar com esta situação que é sempre um desafio para ambos, sei que é uma doença rara e que não tem cura, mas com determinadas atividades e com um diagnóstico precoce pode-se chegar a um avanço de comportamento e intelecto do indivíduo.
Os textos acima colhi de vários lugares da internet, e não são de minha autoria, portanto os créditos de onde foram retirados estão no final de cada texto.



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