Ensinar com amor é um ato de consciência. Não nasce da obrigação, nem do sacrifício silencioso. Nasce do compromisso com a criança, com o conhecimento e com a própria dignidade profissional.
Ensinar com amor é acolher sem anular-se. É compreender a história do aluno sem assumir o que não cabe à escola. É planejar, orientar, corrigir, avaliar e educar com respeito e firmeza.
Ensinar por amor, muitas vezes, foi distorcido. Virou sinônimo de suportar o insuportável. De aceitar violência, desrespeito e sobrecarga. De romantizar a exaustão do professor.
Aqui, acreditamos que:
Amor não é permissividade
Cuidado não é submissão
Vocação não é exploração
Educação não é improviso
O professor não é pai. Não é mãe. Não é terapeuta. Não é assistente social.
O professor é educador. E educar também é estabelecer limites, dizer não, proteger-se e proteger o outro.
Ensinar com amor é:
Humanizar sem perder a autoridade
Acolher sem adoecer
Incluir sem abandonar critérios
Respeitar o aluno e a si mesmo
Este blog nasce para falar de educação real. Da escola que cuida, mas também se organiza. Da infância que precisa de afeto, estrutura e responsabilidade. Do professor que ensina com amor — e permanece inteiro.
Seja bem-vindo. Aqui, educar é um ato de consciência, coragem e humanidade.