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domingo, 26 de agosto de 2018

História do Soldadinho de chumbo- Dia do Soldado

Era uma vez 25 soldados todos feitos de uma colher de cozinha, de chumbo. Como o chumbo não chegou, o vigésimo quinto soldadinho ficou sem uma perna.
À noite quando toda a gente se ia deitar os brinquedos saltavam e brincavam. O Soldadinho ficou apaixonado por uma bailarina feita de papel, que vivia num castelo.
Um duende muito malvado ao ver o soldadinho parado a olhar para a bailarina manda-o de imediato para se esconder porque já estava a amanhecer e as pessoas começavam a acordar. Mas o soldadinho não quis saber dele e continuou com os olhos na bailarina e ela nele. Então o duende disse-lhe, que como ele não lhe obedeceu iria lhe acontecer coisas muito más.
O que é certo é que quando as crianças acordaram apanharam o soldadinho e colocaram-no no parapeito da janela. De repente a janela abriu-se e o soldadinho caiu para a rua. A criada e o menino foram procurá-lo mas não o encontraram, depois começou a chover muito e dois rapazes viram-no e colocaram-no num barco de papel de jornal e mandaram-no pela valeta abaixo.
E ele lá foi sempre valentão e o coração sempre na bailarina.
Mas os perigos começaram a surgir e apareceu uma ratazana que o seguiu mas nada conseguiu.
A uma certa altura o barco começou a afundar-se e o nosso soldadinho sempre com o coração na bailarina, foi cair num canal cheio de água.
Aí ,um peixe engoliu-o , depois foi vendido no mercado e comprado.
O mais engraçado é que quem o comprou foi a criada da casa onde viviam todos os brinquedos da história. Quando amanhou o peixe ficou tão espantada ao retirar de lá de dentro o soldadinho de chumbo que o foi colocar em cima da mesa da sala para que todos o vissem.
Quando a bailarina o viu, ficaram os dois com os olhos colados um no outro.
Então uma coisa estranha aconteceu, não se sabe se foi obra do duende ou de mero acaso. Um menino pegou no soldadinho e atirou-o para o lume da lareira, logo de seguida a janela abriu-se e a bailarina foi parar também à lareira.
Ambos arderam no lume, o soldadinho derreteu e ficou na forma de um coração. Da bailarina apenas restou uma lantejoula, toda queimada, que ela usava ao pescoço.










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Maria Aparecida Rodrigues Marques

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Professora Maria Aparecida R. Marques mas podem me chamar de (Cida Marques) Professora graduada em pedagogia pela Fundação Universidade do Tocantins e Pós Graduada em Artes, Gestão Publica , Educação Infantil e Series Iniciais pela Faculdade de administração FACEL. Professora concursada em duas matriculas pela rede municipal. Contato pelo email: cidarmarques2@hotmail.com tenho 45 anos, sou casada, tenho dois filhos lindo, um de 06 anos e o outro 24 anos. Trabalho na Educação Infantil municipal a 22 anos. Amo o que faço, busco sempre melhorar, procuro entender meus alunos para poder ajudá-los. Para mim ser professora é uma missão. Agradeço a Deus por ter me dado essa oportunidade e os meus pais por terem me incentivado.

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