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domingo, 5 de agosto de 2018

Trabalhando Família(Dia dos pais)Era Uma Vez-Pinóquio

Agosto é o mês dos pais, mas eu trabalho Família e a valorização da mesma, reflito sobre suas diversas configurações . Você já atentou para a composição familiar de seus alunos? 
Hoje é comum crianças morarem com os tios, apenas com a mãe ou o pai, com as avós, então provavelmente encontrará pelo menos um dos alunos com uma constituição familiar diferente. Essas variações são atestadas através de pesquisas feita no  Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). De acordo com o Instituto, o termo ‘família’ inclui ligações por consangüinidade, dependência econômica e/ou residência em uma mesma casa e, também, grupos diferentes de pessoas que habitam o mesmo domicílio. As famílias que saem do formato “pai, mãe e filhos” atualmente têm sido reconhecidas valorizadas e respeitadas.

                                       
*Em uma rodinha de conversa, ler a história, fazendo gestos e dando ênfase a fala das personagens.
*Refletir sobre a família de Pinóquio. 
*Conversar sobre verdade e  obediência...Ressaltar que não devemos mentir ...devemos cultivar a honestidade! 

1- Qual o nome do criador de Pinóquio?
 2-Quando Pinóquio falava mentira o  que acontecia com o seu nariz?
 3- Por que Pinóquio fugiu?   (...)
4-Quem esculpiu o Pinóquio?
5-Quem escreveu a história do Pinóquio?
6-Quem é o autor do Pinóquio?
7-Qual era o nome do gato de Pinóquio?
8-Com quem Pinóquio morava?
9- Quantas pessoas tinha na família de Pinóquio?




ERA UMA VEZ um homem chamado Gepeto que fazia lindos bonecos de madeira. Vivia sozinho e o seu sonho era ter um filho com quem partilhar todo o seu amor e carinho.
Um dia, Gepeto fez um pequeno rapaz de madeira. Quando terminou, Gepeto suspirou:
 “Quem me dera que este rapazinho de madeira fosse real e pudesse viver aqui comigo…”.
De repente, aconteceu! O pequeno rapaz de madeira ganhou vida!
Gepeto gritou de alegria e, entre gargalhadas de felicidade, disse: “Sejas Bem vindo! Vou chamar-te Pinóquio”.


Gepeto ajudou Pinóquio a vestir-se, deu-lhe alguns livros, um beijo na face e mandou-o para a escola, para aprender a ler e escrever. Mas avisou-o: “Assim que a escola terminar, vem para casa Pinóquio”. Pinóquio respondeu que sim e, alegremente, foi caminhando em direção à escola.
Pelo caminho, Pinóquio reparou que na praça havia um espetáculo de marionetas. Juntou-se a elas e, dançou tão bem, que o dono das marionetas lhe ofereceu cinco moedas de ouro. Pinóquio estava maravilhado e só pensava como Gepeto iria ficar feliz quando lhe entregasse as moedas.
Já perto da escola, Pinóquio encontrou dois homens maus. Como era muito ingénuo, os dois homens convenceram Pinóquio a ir com eles até uma hospedaria para comerem e depois dormirem. Depois de comer, Pinóquio ficou sonolento e adormeceu facilmente. Sonhou que era rico e que ele e seu pai Gepeto viviam agora sem dificuldades e eram muito felizes.
Quando acordou, esses homens convenceram Pinóquio a enterrar as suas moedas de ouro num sítio que eles conheciam e disseram-lhe: “As moedas aqui enterradas transformar-se-ão numa árvore de dinheiro e nunca mais o teu pai, que já está velho e cansado, precisará de trabalhar!”.
Pinóquio assim fez e ficou à espera que as moedas de ouro se transformassem numa árvore de dinheiro. Esperou muito tempo até que, cansado, adormeceu. Os homens maus apareceram e levaram as moedas de ouro, enquanto Pinóquio dormia.


Quando acordou, Pinóquio viu que lhe tinham levado as moedas e chorou. Não queria voltar para casa com medo de que Gepeto ficasse zangado e triste com ele…
Sem saber o que fazer, Pinóquio começou a caminhar, até que encontrou uma senhora vestida de azul, a quem pediu ajuda. O que ele não sabia era que a senhora era a fada azul. A fada disse que o ajudaria e perguntou-lhe quem eram os seus pais e onde vivia. Ao que Pinóquio respondeu: “Não tenho casa nem ninguém com quem morar”. A fada azul apercebeu-se que Pinóquio mentia e o seu nariz começou a crescer!
A fada azul respondeu-lhe: “Volta para casa, para junto do teu pai. Sê um menino bem comportado e não mintas mais”. Pinóquio prometeu que assim faria e o seu nariz voltou ao tamanho normal.
De volta a casa, Pinóquio parou num parque de diversões e o seu nariz começou a crescer outra vez. No parque, disseram-lhe que poderia comer todos os gelados que ele quisesse… o que não lhe disseram é que os gelados o iriam transformar num burro!
Pinóquio comeu até não poder mais e, assim que se transformou num burro, foi vendido a um circo.
No circo foi obrigado a trabalhar duramente e foi tão maltratado que, pouco tempo depois, nem conseguia andar.



Como já não servia para trabalhar no circo, o dono mandou que o atirassem ao mar. Assim que caiu no mar, transformou-se novamente num rapaz de madeira.
Uma baleia que por ali passava viu Pinóquio e engoliu-o, pensando que era comida. Dentro da baleia, qual não foi a surpresa de Pinóquio ao encontrar Gepeto! Este tinha ido procurar Pinóquio e acabou por ir parar à barriga da baleia. Estava muito fraco e doente e, um peixe que também lá se encontrava disse: “Subam os dois para as minhas costas que eu levo-os para casa!”.
Assim fizeram e, quando chegaram a casa, Pinóquio tomou muito bem conta de Gepeto até ele ficar bom.
 A fada azul apareceu outra vez e, ao ver que Pinóquio tinha sido tão bom com Gepeto, disse: “Como agora és um bom  menino vou-te transformar num rapaz de verdade”.
E assim foi. Gepeto tinha finalmente o filho que tanto desejara e os dois foram felizes para sempre!

Atividades :  Quebra cabeça
                 

*Trabalho individual (convidar uma criança de cada vez para montar o quebra cabeça do Pinóquio).










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Maria Aparecida Rodrigues Marques

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Professora Maria Aparecida R. Marques mas podem me chamar de (Cida Marques) Professora graduada em pedagogia pela Fundação Universidade do Tocantins e Pós Graduada em Artes, Gestão Publica , Educação Infantil e Series Iniciais pela Faculdade de administração FACEL. Professora concursada em duas matriculas pela rede municipal. Contato pelo email: cidarmarques2@hotmail.com tenho 45 anos, sou casada, tenho dois filhos lindo, um de 06 anos e o outro 24 anos. Trabalho na Educação Infantil municipal a 22 anos. Amo o que faço, busco sempre melhorar, procuro entender meus alunos para poder ajudá-los. Para mim ser professora é uma missão. Agradeço a Deus por ter me dado essa oportunidade e os meus pais por terem me incentivado.

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